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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Vamos lá então....

Apresento minha PROTO CONCLUSÃO, baseado no que pesquisei até agora.


O Brasil estava no CENTRO de um grande assentamento dos humanos ancestrais, próximo do Reator Nuclear (veja mapa abaixo) que abastecia essa região. 

Fico imaginando como seria uma sociedade na proto-terra, abastecida por um grande gerador de energia nuclear limpa. 

Segundo pesquisas no Gabão, este reator tem a idade aproximada de 2 bilhões de anos e ficou em atividade por 500.000 anos

Isto explica tantas informações sobre este pedaço de terra (Brasil), estar sob a proteção de "forças espirituais".

A algum tempo venho tento esses pensamentos, e não faz sentido falar do BRASIL como a Pátria do Futuro, sem que existisse algo no PASSADO que fortalecesse esse apontamento.

Então, pesquisando, encontrei estudos de um Frei Jesuíta francês que veio à Amazônia lá pelos anos de 1600, estudar entre outras coisas a Etimologia de nossos índios.

E para minha grata surpresa, ele afirma que essa linguagem indígena é a mãe da SUMERIANA, isto quer dizer que quanto as placas tectônicas nos separaram do resto do mundo (PANGEA / GONDWANA), era esta língua indígena predominante, que aos poucos foram se moldando aos vários assentamentos pós-cataclísmico (separação das placas tectônicas) mundo à fora.


PONTO AZUL, PROVÁVEL LOCALIZAÇÃO DO REATOR NUCLEAR NO GABÃO

É um assunto muito instigante que me assola, faz muitos anos, e estou perseguindo isto...

Calendário de Adão está localizado próximo das Minas de Ouro Anunnaki, na África do Sul e STELTA Cidade Intraterrena localizada nas montanhas Capixabas, segundo informações das correntes espiritas/esotéricas brasileiras.

Enfim... É uma longa e interessante estória!!!!

Como sempre, aguardo os comentários...

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Boa tarde, Senhoras e Senhores...

Como sempre, lendo e pesquisando, encontramos alguns elementos que nos fazem refletir sobre o que chamamos de "ANCESTRAIS DAS CAVERNAS".

Lendo alguns textos de cunho espiritual e outros científicos, cheguei a esta situação que apresento a vocês.

Partindo de STELTA (Cidade Intraterrena) abaixo de Pedra Azul, Espírito Santo, tracei uma linha para o Adan's Calendar (Calendário de Adão, África do Sul), citado como sendo o relógio astronômico mais antigo já descoberto, e de lá para o Completo de Gizé (Egito) e retornando para STELTA.

O resultado vos apresento abaixo...
Fiz a medição em quilômetros pela ferramenta do Google Pro, cheguei a isto...
STELTA x ADAN'S CALENDAR - 7.294,02 km
STELTA x COMPLEXO GIZÉ - 9.524,59 km
ADAN'S CALENDAR x COMPLEXO GIZÉ - 6.154,27 km

Pergunto então: Seria possível este triângulo esta perfeitamente alinhado em um passado remoto, antes do afastamento da crosta terrestre?

À título de curiosidade, acrescento o Mapa da Ley Lines (Linhas de Ley), reparem que tanto o Complexo de Gizé, quando o Adan's Calendar estão próximos da convergência das linhas. 

Quanto ao Brasil, penso que o afastamento da crosta, causou o desalinhamento deste Triângulo Sagrado.
Continuando o meu raciocínio, se aproximarmos a América do Sul da África, até que a ponta brasileira do triângulo coincida com a convergência nas Linhas de Ley acima do Rio Grande do Norte, no centro hipotético deste Triângulo Sagrado, estaria o recém descoberto Reator Nuclear no Gabão (notem a convergência das linhas ao centro), com aproximadamente 2 bilhões de anos.

Enfim... Continuamos!!!

Quem desejar comentar, será muito bem vindo!!!!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Divisão Entre Placas Tectônicas Fotografada...


Mergulhador profissional fotografa divisão entre Placas Tectônicas 
Imagens obtidas na Islândia
Placas tectônicas
A noção de placas tectônicas foi desenvolvida nos anos 1960
para explicar as localizações dos vulcões e outros eventos geológicos de grande escala.
De acordo com a teoria, a superfície da Terra é feita de uma "colcha de retalhos"
de enormes placas rígidas, com espessura de 80 km,
que flutuam devagar por cima do manto,
uma região com magma nas profundezas da terra.
As placas mudam de tamanho e posição ao longo do tempo,
movendo entre um e dez centímetros por ano -       
velocidade equivalente ao crescimento das unhas humanas.
O fundo do oceano está sendo constantemente modificado,
com a criação de novas crostas feitas da lava expelida das profundezas da Terra
e que se solidifica no contato com a água fria.
Assim, as placas tectônicas se movem,
gerando intensa atividade geológica em suas extremidades.
As atividades nestas zonas de divisa entre placas tectônicas
são as mesmas que dão origem aos terremotos de grande magnitude.
As placas tectônicas se distanciam cerca de 2,5 centímetros uma da outra a cada ano.
Acima, um dos mergulhadores no cânion Nikulasargia
A lava e o vapor quente na interseção entre as placas também provocou fraturas
no fundo da Lagoa Azul (foto), no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia
O fotógrafo, especializado em imagens submarinas,
diz que os vales entre as placas tectônicas na Islândia têm as águas mais claras em que ele já mergulhou.
Na imagem, um dos mergulhadores da expedição entra no cânion Silfra
Mustard também foi até Arnarnes Strytur, uma chaminé hidrotermal de onde a água é expulsa a 80°C.
Na imagem, só a mão do mergulhador, que está perto da saída da água quente, é vista com clareza
O fotógrafo britânico Alexander Mustard registrou um mergulho que ele
e outros colegas fizeram na região entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia.
Na imagem, o Nes Canyon, um dos cânions formados entre as duas placas
Digite aqui o resumo do post Digite aqui o resto do post
O fotógrafo, de 36 anos, diz que as imagens mostram       
'o mundo submarino único da Islândia, que, assim como a ilha, é formado por paisagens vulcânicas'.
Na foto acima, um mergulhador no cânion Nikulasargia.
A placa tecnônica da América do Norte está à esquerda e a da Eurásia, à direita
O fotógrafo e outros mergulhadores desceram cerca de 24 metros na fenda entre as placas,
para fotografar vales, vulcões e fontes termais criadas pela falha geológica.
Mas alguns cânions, como o Silfra (foto) chegam a ter 60 metros de profundidade
A aventura para conhecer a 'fronteira' entre as duas placas ocorreu no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia.
Na imagem, um mergulhador mostra a distância entre a placa da América do Norte (à esquerda) e a placa da Eurásia (à direita)
O fotógrafo britânico Alexander Mustard registrou o mergulho que ele e outros colegas fizeram
na fenda entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia.
A aventura para conhecer a "fronteira" entre as duas placas ocorreu no
Parque Nacional Thingvellir, na Islândia.
A paisagem submersa do parque é cheia de vales, falhas e fontes de lava,
formados pelo afastamento gradual entre as duas placas,
que se distanciam cerca de 2,5 cm uma da outra a cada ano.
Os mergulhadores que participaram da expedição
desceram cerca de 24 m na fenda entre as placas,
mas chegaram a até 60 m de profundidade em cânions como o Silfra e o Nikulasargia.       
Mustard, 36 anos, diz que as imagens mostram
"o mundo submarino único da Islândia, que, assim como a ilha, é formado por paisagens vulcânicas".
A lava e o vapor quente na interseção entre as placas
criou também a chaminé hidrotermal Arnarnes Strytur, visitada pelos mergulhadores.
A água é expulsa da chaminé 80°C e forma uma coluna turva ao entrar em contato com a água do mar,
que está a 4°C. Alexander Mustard é especializado em imagens submarinas.
Um de seus trabalhos mais conhecidos é o registro fotográfico de destroços de navio       
no fundo do mar ao redor do mundo.