terça-feira, 30 de agosto de 2016

Vamos lá então....

Apresento minha PROTO CONCLUSÃO, baseado no que pesquisei até agora.


O Brasil estava no CENTRO de um grande assentamento dos humanos ancestrais, próximo do Reator Nuclear (veja mapa abaixo) que abastecia essa região. 

Fico imaginando como seria uma sociedade na proto-terra, abastecida por um grande gerador de energia nuclear limpa. 

Segundo pesquisas no Gabão, este reator tem a idade aproximada de 2 bilhões de anos e ficou em atividade por 500.000 anos

Isto explica tantas informações sobre este pedaço de terra (Brasil), estar sob a proteção de "forças espirituais".

A algum tempo venho tento esses pensamentos, e não faz sentido falar do BRASIL como a Pátria do Futuro, sem que existisse algo no PASSADO que fortalecesse esse apontamento.

Então, pesquisando, encontrei estudos de um Frei Jesuíta francês que veio à Amazônia lá pelos anos de 1600, estudar entre outras coisas a Etimologia de nossos índios.

E para minha grata surpresa, ele afirma que essa linguagem indígena é a mãe da SUMERIANA, isto quer dizer que quanto as placas tectônicas nos separaram do resto do mundo (PANGEA / GONDWANA), era esta língua indígena predominante, que aos poucos foram se moldando aos vários assentamentos pós-cataclísmico (separação das placas tectônicas) mundo à fora.


PONTO AZUL, PROVÁVEL LOCALIZAÇÃO DO REATOR NUCLEAR NO GABÃO

É um assunto muito instigante que me assola, faz muitos anos, e estou perseguindo isto...

Calendário de Adão está localizado próximo das Minas de Ouro Anunnaki, na África do Sul e STELTA Cidade Intraterrena localizada nas montanhas Capixabas, segundo informações das correntes espiritas/esotéricas brasileiras.

Enfim... É uma longa e interessante estória!!!!

Como sempre, aguardo os comentários...

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Boa tarde, Senhoras e Senhores...

Como sempre, lendo e pesquisando, encontramos alguns elementos que nos fazem refletir sobre o que chamamos de "ANCESTRAIS DAS CAVERNAS".

Lendo alguns textos de cunho espiritual e outros científicos, cheguei a esta situação que apresento a vocês.

Partindo de STELTA (Cidade Intraterrena) abaixo de Pedra Azul, Espírito Santo, tracei uma linha para o Adan's Calendar (Calendário de Adão, África do Sul), citado como sendo o relógio astronômico mais antigo já descoberto, e de lá para o Completo de Gizé (Egito) e retornando para STELTA.

O resultado vos apresento abaixo...
Fiz a medição em quilômetros pela ferramenta do Google Pro, cheguei a isto...
STELTA x ADAN'S CALENDAR - 7.294,02 km
STELTA x COMPLEXO GIZÉ - 9.524,59 km
ADAN'S CALENDAR x COMPLEXO GIZÉ - 6.154,27 km

Pergunto então: Seria possível este triângulo esta perfeitamente alinhado em um passado remoto, antes do afastamento da crosta terrestre?

À título de curiosidade, acrescento o Mapa da Ley Lines (Linhas de Ley), reparem que tanto o Complexo de Gizé, quando o Adan's Calendar estão próximos da convergência das linhas. 

Quanto ao Brasil, penso que o afastamento da crosta, causou o desalinhamento deste Triângulo Sagrado.
Continuando o meu raciocínio, se aproximarmos a América do Sul da África, até que a ponta brasileira do triângulo coincida com a convergência nas Linhas de Ley acima do Rio Grande do Norte, no centro hipotético deste Triângulo Sagrado, estaria o recém descoberto Reator Nuclear no Gabão (notem a convergência das linhas ao centro), com aproximadamente 2 bilhões de anos.

Enfim... Continuamos!!!

Quem desejar comentar, será muito bem vindo!!!!

terça-feira, 11 de março de 2014

Preste Atenção aos Sinais...

Preste atenção aos sinais, pois, o corpo fala aquilo que a boca cala.

Muitas vezes...

O resfriado escorre quando o corpo não chora;
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições;
O estômago arde quando a raiva não consegue sair;
O diabetes invade quando a solidão dói;
O corpo engorda quando a insatisfação aperta;
A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam;
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável;
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas;
O peito aperta quando o orgulho escraviza;
A pressão sobe quando o medo aprisiona;
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza;
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade;
O Coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

E as tuas dores caladas... Como elas falam em teu corpo?
Mas cuidado... Escolha o que falar, com quem, onde, quando e como!!!

Crianças é que contam tudo, para todos, a qualquer hora, de qualquer forma...

Passar relatório é ingenuidade.

Escolha alguém que possa te ajudar a organizar as ideias, harmonizar as sensações e recuperar a alegria.

Todos precisam saudavelmente de um ouvinte interessado.

Mas tudo depende, principalmente, do nosso esforço pessoal para fazer acontecer as mudanças na nossa vida!!!

FONTE: Leiandro (Instagram)

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

HEIMA - A MÚSICA POR UM PAÍS.  

Publicado por Rafael Tinel, 21/11/2013.


Muito se fala na internet por esses dias, sobre a comovente história da cidade que parou e moveu todas as suas atenções, ao menino que sonhava em ser o Batman.

Existe uma banda, que é um dos sinônimos do Post Rock, mas, que é comumente relacionada ao Indie ou ao Rock Alternativo, que fez o mesmo, mas levou a música a lugares onde uma ou nenhuma pessoa morava ou a lugares onde a beleza natural, “brigava” com o som do grupo, pra ver o que era mais belo.

Sigur Rós, que nasceu e vive na Islândia, é um típico caso de um grupo que surgiu em um país pequeno e que acaba sendo sinônimo ao país, quando é referido em outras regiões do globo. Eles são o nosso Samba.

A alguns anos, após a principal turnê da banda, que durou quase 02 anos – entre 2005 e 2007, o grupo voltou a Islândia e resolveu presentear o país com uma série de shows graciosos. Foram 11 ao total, cada qual, em uma região diferente.

O Sigur Rós foi apoiado pelo Amiina, que contribuiu para os espetáculos em que o grupo preparou para os seus conterrâneos.

Cerca de 1 ano depois, eles lançaram o Documentário que conta a história da turnê, elevando a banda a um patamar artístico experimental.

O documentário está disponível na integra no Youtube:



quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

O MENESTREL...  



Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

William Shakespeare

terça-feira, 17 de dezembro de 2013


QUE COMIDA QUEREMOS?


Nas últimas décadas, o Brasil se tornou um dos países com maior segurança alimentar do mundo. Mas a qualidade é questionada por quem busca uma ética que contemple alimentos saudáveis para o ambiente, para quem os produz e para quem os come

“(…) o estômago se torna sensível, sucos gástricos se exaltam, gases interiores se deslocam com ruído; a boca se enche de saliva e todas as forças digestivas estão em armas, como soldados que aguardam uma ordem de comando para agir. Mais alguns momentos e se terá fome.” [1]

E agora, o que comer? Nunca o homem urbano teve tantas opções de nutrição, nem tantas informações sobre os efeitos dos alimentos no organismo. Bom seria se esse desempenho ótimo nos campos agroindustrial e da pesquisa científica tivesse se convertido em saúde alimentar. Só que não. De modo geral, ganhamos em quantidade (segurança alimentar), mas perdemos em qualidade (contaminação química, desequilíbrio nutricional), vitalidade (esterilidade) e diversidade (padronização e aumento de escala).

Ao longo do século XX, o alimento padronizado ganhou status de comida saudável em razão do controle biológico dos microrganismos (bactérias). Para isso, abriu mão de suas características originais de cor, sabor e textura, ou seja, da sua integralidade. Iogurte e macarrão tornaram-se monotonamente iguais no Brasil, na África do Sul ou em Israel.

No século XXI, há uma tentativa de resgatar premissas da tradição alimentar e dar um passo além. Não basta ser integral e estar livre de contaminantes biológicos, o alimento precisa ser saudável para o meio ambiente, para quem o produz e para quem o come, além de estar culturalmente ajustado às tradições dos diferentes povos. “O mundo contemporâneo pede um alimento ético”, resume a nutricionista Elaine de Azevedo, especializada em orgânicos, pós-doutorada pela Faculdade de Saúde Pública da USP e professora adjunta da Universidade Federal do Espírito Santo. Apesar da recente disseminação de sistemas de rastreabilidade, a nutricionista ressalta que pouco se sabe sobre a vida pregressa dos alimentos à mesa dos brasileiros. Menos ainda sobre as microssubstâncias que podem esconder. “Se, por um lado, a comida está biologicamente mais segura do que há 50 anos, por outro, chega quimicamente contaminada com agrotóxicos, aditivos sintéticos, drogas veterinárias, fertilizantes químicos, contaminantes da irradiação (procedimento para esterilizar alimentos). Sem falar dos transgênicos”, diz.

Em compensação, o movimento reativo em prol de uma cultura alimentar alternativa nunca foi tão plural. Enquanto a indústria quase não diversifica as opções além do lightdiet e baixa caloria, as propostas contemporâneas de dietas se multiplicam: podem ser orgânicas, vegetarianas, veganas, crudistas, sanguíneas, mediterrâneas, éticas, funcionais, ayurvédica, tradicional chinesa etc.

Cidades de grande e médio porte também já estão repletas de propostas culinárias alternativas e com preços acessíveis: restaurantes com o charme da alta cozinha, mas que dão preferência à simplicidade dos alimentos orgânicos e integrais. E, sem radicalismos, não abrem mão das ótimas exceções que a indústria oferece, entre as quais, azeites, pimentas, queijos, cervejas, vinhos…

[1] Descrição de como surge o apetite, feita por Jean-Anthelme Brillat-Savarin, prefeito de Versalhes entre 1791 e 1793, e um apaixonado pelos prazeres da mesa. Escapou por pouco de ser guilhotinado na Revolução Francesa. Escreveu A Fisiologia do Gosto, Companhia das Letras (1995).

CAMINHADA

No Brasil de cinco décadas atrás, com o agronegócio e a agroindústria ainda sem grandes projeções, boa parte dos alimentos do dia a dia era naturalmente local. E, sim, havia riscos de contaminação biológica. O leite, por exemplo, era transportado em caçambas, sob o sol ou chuva, até as cooperativas distribuidoras. Mas, a partir dos anos 1970, com a chegada da Revolução Verde[2] , a Embrapa foi criada e passou a desenvolver competência na produção agropecuária.

Enquanto isso, a mulher ocupava o mercado de trabalho e passava a demandar alimentos processados, que agregassem praticidade à sua dupla jornada. Supermercados e oferta de alimentos padronizados se multiplicaram. O fast-food virou febre. No final do século XX e início do XXI, no decorrer do processo de globalização, o Brasil assumiu o papel de grande player na distribuição mundial de alimentos. A essa altura, atingira o auge a “gastro-anomia”, neologismo que o sociólogo francês Claude Fischler [3] cunhou para enfatizar a falta de regras e de preocupação com os efeitos da alimentação na saúde humana. Pesquisas científicas sobre a relação da qualidade nutricional das dietas com a saúde e a longevidade ganharam destaque no mundo. A agenda ambiental, por sua vez, sugeria uma redução no ímpeto capitalista ao pôr em pauta os riscos do aquecimento global provocado pelo excesso de emissões de CO2.

[2] Programa idealizado em meados do século XX na América do Norte para aumentar a produção agrícola no mundo com melhorias genéticas de sementes, uso intensivo de insumos industriais, mecanização e redução do custo de manejo

[3] Com Estelle Masson, é coautor de Comer, a alimentação de franceses, outros europeus e americanos, Editora Senac, 2010

Finalmente, o círculo se fechou com o surgimento de movimentos que tentam resgatar a ideia da comida orgânica e local, parecida com aquela servida cinco décadas atrás, inserindo-a no cardápio do dia. O locavorismo (locavore, em inglês), o mais famoso deles, propõe o consumo de alimentos produzidos no máximo a 160 quilômetros de distância. Elaine Azevedo, no entanto, alerta para um lado não tão estimulante do movimento: sempre há o risco de, ao se cortar os laços com o outro, criar um ambiente xenófobo. Outro risco é o de acabar levando a mulher de volta à cozinha, já que o movimento valoriza o antigo conceito de família nuclear que faz todas as refeições em casa.

Estaria a indústria de alimentos atenta à sua responsabilidade social na promoção da saúde? O diretor de assuntos corporativos da BRF, Marcos Jank, crê que sim. O segmento está submetido a uma série de regulamentações (mais na reportagem “Em busca da justa medida) e, em alguns casos, até as supera. A BRF, por exemplo, estimula a prática do plantio direto entre seus fornecedores do campo, uma vez que essa técnica de manejo de solo propicia uma diminuição no uso de herbicidas.

Mas, para Jank, a responsabilidade social da indústria de alimentos vai além. O Brasil, na posição de grande produtor de alimentos, assumiu a responsabilidade social de garantir segurança alimentar para países com grandes populações e sem a sua exuberância de terras agricultáveis e aquíferos. Caso da China. “Não creio que o Brasil conseguiria contribuir para a segurança alimentar de mais de 7 bilhões de pessoas, das quais 1 bilhão em situação de fome, se transformasse a sua produção em orgânica”, afirma.

O executivo da BRF destaca ainda que problemas de saúde, como a obesidade, podem não estar diretamente relacionados ao alimento. “Os hábitos mudaram nos últimos 50 anos e o sedentarismo é uma realidade. Não tínhamos tantas escadas rolantes, automóveis, controles remotos e uma série de outras facilidades que desestimulam a atividade física.” A BRF foi a única de cinco empresas globais do setor de alimentos, procuradas pela reportagem, que agendou entrevista dentro do prazo de 10 dias, de acordo com o cronograma da revista. As demais – Nestlé, Unilever, Pepsico e JBS – não nos atenderam até o fechamento desta edição.

CAVALO DE PAU

Professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-Eaesp) e membro do Fórum de Inovação da FGV, Wilson Nobre não atua profissionalmente na área, mas é um diletante em assuntos que envolvem nutrição. Segundo ele, o problema da indústria de alimentos é continuar “amarrada” ao paradigma do “fazer mais do mesmo”, introduzido há 250 anos pela Revolução Industrial, e, portanto, com pouca chance de promover rupturas em curto ou médio prazo. “Em vez de nutrir 7 bilhões de seres humanos, a indústria não passa de uma vendedora de comida”, afirma.

Mesmo que a indústria esteja ciente de que o momento pede mudanças significativas no âmbito da qualidade nutricional dos alimentos, Nobre entende que alterar esse percurso secular é tão difícil quanto dar um cavalo de pau em um transatlântico. “Suponha que o presidente de uma dessas grandes empresas se convença de que deve lançar uma linha só de orgânicos. Na primeira rateada do demonstrativo financeiro, os acionistas o jogam porta afora, pois a sociedade também vive no paradigma vigente.”

Wilson Nobre e Elaine Azevedo compartilham a crença de que o mercado de alimentos orgânicos pode aumentar escala, reduzir custos e chegar à mesa da população. Trata-se de uma questão de tempo – e investimento. A própria Embrapa já dispõe de tecnologia para revolucionar esse mercado.

O acadêmico da FGV sugere o uso de ferramentas como o Design Thinking às empresas ainda “amarradas” ao velho paradigma industrial, porém interessadas em aprender a “nadar contra a corrente”, para usar a expressão do próprio Tim Brown, o CEO da consultoria Ideo e criador dessa metodologia.

Um dos pilares desse método é colocar o homem no centro das discussões de criação e inovação, ocupando um espaço que sempre foi do marketing do produto que se quer vender. “Como vive e o que sente a pessoa que vai se relacionar com o alimento que lhe será vendido? Esse é o paradigma que se perdeu com a Revolução Industrial, mas que será resgatado daqui a alguns anos, na ‘pós-pós-modernidade’”, acredita Nobre.

Para a pergunta “comemos melhor?”, não há resposta única, mas uma combinação de fatores. Veja alguns deles nos tópicos “Conhecemos o que alimentamos?“e “Temos mais qualidade na produção de alimentos?” e monte sua conclusão.

Fonte: Página 22, por Magali Cabral.

TOXINA DA CARAMBOLA É ISOLADA...



Fruta abundante no Brasil é ameaça a pacientes com doenças renais. 

JÚLIO CÉSAR BARROS | Edição Online - FAPESP - 25 de novembro de 2013

Pesquisadores da USP conseguiram isolar e caracterizar a substância caramboxina, para facilitar a associação com o nome do fruto Averrhoa carambola (foto)


Comer carambola ou tomar seu suco pode ser fatal para pacientes com insuficiência renal crônica devido a uma toxina presente na fruta que deixa de ser filtrada pelos rins. A novidade é que pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) conseguiram isolar e caracterizar a toxina para entender como ela age no organismo. 

Os autores batizaram a substância de caramboxina, para facilitar a associação com o nome do fruto Averrhoa carambola. O estudo, que busca alertar para os perigos da ingestão da toxina, estampou a capa da edição do dia 07 de novembro da revista Angewandte Chemie International, com status de VIP (Very Important Paper).

Os estudos começaram em 1998 e os primeiros resultados surgiram no início dos anos 2000. O isolamento da substância não foi tarefa fácil, porque a caramboxina, quando misturada em água e armazenada em temperatura ambiente, sofre uma reação que altera sua configuração e a torna completamente inativa. Segundo os pesquisadores Norberto Peporine Lopes e Norberto Garcia-Cairasco, professores respectivamente da Escola de Ciências Farmacêuticas e da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, o trabalho exigiu a união de esforços de uma equipe multidisciplinar, como nefrologistas clínicos, neurocientistas básicos e químicos estruturais e de síntese. As frutas usadas para isolar e estruturar a toxina foram colhidas de árvores que não foram tratados com pesticidas.

Testes com extrato bruto de carambola (suco) foram feitos em animais de laboratório com insuficiência renal, a fim de simular a situação dos pacientes, descrevem os responsáveis pela pesquisa. “Os animais tomaram o suco concentrado, o que produziu efeitos semelhantes aos de pacientes nas mesmas condições, incluindo convulsões e eventuais óbitos”, explica Garcia-Cairasco, lembrando que é impossível comprovar tais sintomas sem o uso de modelos animais. Os dados mais conclusivos sobre caracterização neuroquímica e neurofarmacológica da toxina foram obtidos em modelos in vitro.

Quando o fruto e/ou seu suco são consumidos por pacientes acometidos de insuficiência renal ou lesão aguda nos rins, ou por indivíduos diabéticos, a caramboxina pode induzir crises de soluços, vômito, confusão mental, agitação psicomotora, convulsões prolongadas (estado de mal epiléptico) e até a morte. Embora pessoas sem histórico de problemas renais não corram riscos, os pesquisadores recomendam que se evite abuso no consumo da carambola. Isso porque seu teor de ácido oxálico pode eventualmente produzir cálculos renais em indivíduos mais sensíveis. Isto predisporia aos efeitos neurotóxicos da caramboxina, afirma o professor Garcia-Cairasco.

Para os pesquisadores, os resultados do estudo podem ajudar a criar ferramentas para estudos de processos de excitabilidade e neurodegeneração do sistema nervoso ou mesmo para a produção de eventuais substâncias chamadas antagonistas. Para mais informações, acesse um estudo anterior que está disponível na Biblioteca Virtual.

Projeto
Desenvolvimento de uma plataforma para o estudo do metabolismo in vivo e in vitrode produtos naturais, uma necessidade para o sistema de ensaios pré-clínicos (nº 09/51812-0); Modalidade: Auxílio à Pesquisa – Programa BIOTA – Temático; Coord.: Norberto Peporine Lopes/USP; Investimento: R$ 1.563.792,01 (FAPESP).

Artigo
Angewandte Chemie. 2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

“ESTADO DE DIREITO E DIREITO DO ESTADO”


“ESTADO DE DIREITO E DIREITO DO ESTADO”


“Presidente, o problema de uma lei assim não é o senhor, nem os que com o senhor governam o país. O problema é o guarda da esquina”, (Pedro Aleixo, Vice-Presidente do Brasil, questionando o então Presidente Arthur da Costa e Silva sobre a imposição do Ato Institucional n.5, em dezembro de 1.968).

“São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.       
                    
É livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens (Constituição da República Federativa do Brasil, Artigo 5, incisos X e XV);

“Toda pessoa tem o direito de não ser obrigada a depor contra si mesma, nem a confessar-se culpada” (Convenção Americana de Direitos Humanos de 1969, também conhecida como Pacto de San José da Costa Rica, Artigo 8 das Garantias Judiciais, Parágrafo II, Inciso g).

“Totalitarismo (ou regime totalitário) é um sistema político no qual o Estado, normalmente sob o controle de uma única pessoa, político, facção, ou classe, não reconhece limites à sua autoridade e se esforça para regulamentar todos os aspectos da vida pública e privada, sempre que possível”. (Wikipédia).

Conforme tem sido amplamente divulgado pela mídia, “a partir de janeiro de 2.013 entrou em operação, em todo o país, o SINIAV (sistema de rastreamento veicular) começando obrigatoriamente pelos carros novos, os quais – sem exceção – terão que sair da fabrica com o chip já implantado. Até julho de 2.014 a implantação se estenderá para todos os carros usados, sendo que o estado irá programar a instalação, individualmente. O chip estará sempre ativo e identificando o veículo em qualquer ponto do território nacional, seja em estradas ou vias urbanas. Ele vai permitir que os órgãos de trânsito fiscalizem a frota nacional, a fim de evitar roubo/furto de veículos/cargas, controlar tráfego, restringir acesso em zonas urbanas, fiscalizar velocidade média, aplicar multas, localizar veículos roubados, enfim, uma série de funções agregadas. O sistema vai utilizar uma série de antenas fixas ou móveis para fiscalizar a frota. Quem não portar o chip terá de pagar multa de R$ 127,69, além de ter cinco pontos na CNH e ter o veículo retido”.

No princípio, era apenas a Certidão de Nascimento que certificava a cidadania a um brasileiro, a qual era concedida de uma forma gratuita. O governo, então, instituiu uma taxa a ser paga aos cartórios para a emissão de tal certidão. Tal fato gerou uma grande revolta popular e foi uma das causas da Guerra de Canudos. A população miserável do nordeste àquela época, que vivia em regime de semi-escravidão sob o domínio dos coronéis, não dispunha de recursos financeiros para fazer tal registro ficando, assim, impedida de exercer qualquer direito, até mesmo o de existir, legalmente. Depois chegou o CIC, atual CPF. Em seguida a Cédula de Identidade. Mais recentemente o Cartão Único de Saúde, sem o qual não se consegue ter acesso a nenhum atendimento pelos serviços públicos de saúde, sendo que a obrigatoriedade de se portar tal número de inscrição foi estendida aos usuários de planos particulares de atendimento médico-hospitalar. No ano passado, em caráter de teste, um município da Bahia já implantou um chip no uniforme dos alunos, de forma a controlar a freqüência dos mesmos. Medida por certo inócua, pois o aluno poderia deixar a blusa que contém o chip no prédio escolar e, vestindo outra blusa, saltar o muro. A menos que o próximo passo seja implantar tal chip no corpo, tanto dos alunos como de todos nós.

Teorias Conspiratórias à parte, como a da implantação de uma Nova Ordem Mundial, o que se percebe, a cada dia que passa, é que estamos sendo mais e mais envolvidos pelos tentáculos do modelo de controle governamental centralizado. Agora, com a implantação desse malfadado SINIAV foram ultrapassados todos os limites aceitáveis de monitoramento. Essa medida governamental fere as regras mais básicas dos direitos humanos, e nos remete ao Manual de Ética (Medulla Theologiae Moralles) escrito pelo teólogo jesuíta Hermann Busenbaum, que afirmava: “Quando o fim é bom, também são os meios”. Maquiavelismo na sua mais pura essência, justificando atrocidades contra povos e nações.

Com base em justificativas concretas, aparentemente inquestionáveis, se adota uma solução despropositada e incabível na espécie. Evitar roubos de carros é uma questão de policiamento de receptadores, de rigidez na liberação de documentação pelos órgãos de trânsito, e de vigilância severa nas ruas e estradas. Evitar roubo de cargas é uma questão afeta às empresas de logísticas, transportadoras e seguradoras. Controlar velocidade em vias públicas ou estradas é uma questão de se implantar radares e sinalização adequada. Controlar tráfego é questão de planejamento urbanístico, de obras de infra-estrutura e de agentes de trânsito. Há poucos dias, dados pessoais de autoridades governamentais brasileiras foram amplamente divulgados por hackers na rede mundial de computadores. Imaginemos, por hipótese, uma base de dados como essa do SINIAV sendo acessada por quadrilhas especializadas em roubos e sequestros de pessoas e de veículos. Ou será que o governo entende que as quadrilhas não irão encontrar fórmulas de “falsificar ou clonar” tais chips? Sem contarmos o risco, como nos ensinava Pedro Aleixo, de ficarmos à mercê do “guarda da esquina”.

Os locais onde frequentamos  os trajetos que fazemos, os horários em que nos deslocamos, os veículos que utilizamos, é um assunto que só diz respeito à nossa conta; isso nunca foi, e nunca será, da conta do governo. Esse processo insidioso, malévolo e dissimulado de investigar, bisbilhotar e controlar a vida dos cidadãos não pode prosperar em nosso país, sob pena de recuarmos à idade das trevas, nos transformando num bando de imbecis controlados por facções criminosas travestidas de autoridades governamentais. Não podemos permitir que o Estado, “que nada mais é do que uma ficção jurídica”, sob o manto de uma pseudo proteção dos direitos do indivíduo e de sua propriedade, instaure um modelo de governo policialesco, inquisitorial e totalitário. Precisamos unir esforços e agir, urgentemente, no sentido de protegermos direitos construídos e consolidados ao longo de séculos. É necessário que exista uma distinção clara e insofismável entre o “ESTADO DE DIREITO E DIREITO DO ESTADO”...

Carlos Abreu.

terça-feira, 19 de junho de 2012

A TERCEIRA INTELIGÊNCIA E OS 12 PRINCIPIOS DA INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL

Dana Zohar
01/03/2012

No iní­cio do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana.

Só em meados da década de 90, a "descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não soubesse lidar com as emoções."

A ciência começa o novo milênio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual.

Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma nova era no mundo dos negócios.

No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a fí­sica e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida.

Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus" no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas.

O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune.

Afirma Dana:

"A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos numa cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual".

Aos 57 anos, Dana vive na Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes.

Formada em fí­sica pela Universidade de Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford.

É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para o português.

QS - Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record).

Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho.

Ela falou à EXAME em Porto Alegre durante o 300º Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suécia, em 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o mundo.

ANUNNAKIS


A criação de Mundos e a Busca do Ouro nos Abismos Cósmicos
Fonte: Anunnaki de Nibiru: Os Deuses Astronautas da Suméria, por Lígia Cabus (Mahajah!ck)



O texto abaixo é uma semi-tradução, adaptação e resumo de parte do artigo A Different Story Of The Anunnaki, de Estelle Nora Harwit Amrani, publicado em janeiro de 1999 no website Vibranis One Source e republicado pela Biblioteca Virtual Pleyades em agosto de 2000. A autora alega que as informações apresentadas foram obtidas por experiência e conhecimentos próprios além de ter recebido "comunicados" telepáticos com entidades metafísicas (contatos não físicos. DIR.: O disco alado, símbolo dos Anunnaki de Nibiru.

Os homens não foram criados diretamente por Deus. O aparecimento do homem no planeta Terra relaciona-se geneticamente, simbolicamente e literalmente a umas poucas civilizações de outros planetas, especialmente aquela conhecida como os Anunnaki.

A história da existência do homem sobre a Terra é quase sempre um relato mítico e, não raro, relacionado a personificações dos planetas, potências cósmicas. Encarados, em geral, como engenhosa fantasia dos antigos, como um jogo psicológico para explicar o que não se sabe, os mitos, entretanto, nascem de uma verdade. Em todo o mundo as mesmas histórias são contadas, sobre como os deuses criaram a humanidade [MITOS DE CRIAÇÃO], como foram instrutores de toda a cultura tecnológica e inspiradores das expressões artísticas, e a fatalidade, os dilúvios - "catástrofe das águas".

Os deuses da antiguidade são seres que transitam nos céus, voam! Muitas vezes usando trajes extravagantes, são possuidores de extraordinárias habilidades; há gigantes (os Anakim), guerras de época entre facções inimigas e outros temas, sempre recorrentes por mais distantes que dois povos possam ser. Em todo o mundo maneirismos artísticos, estilos musicais e tecnologias similares ou análogos se repetem - como Egípcios e maias, na arte figurativa; ou como a engenharia de barragens e sistemas de irrigação, desenvolvida em todo o globo.

Em ensaio publicado em 1999, a escritora Estelle Nora Harwit Amrani expõe sua tese de que os Anunnaki se tornaram um espécie de valor emblemático, um signo usado para designar todo e qualquer extraterrestre mas nem tudo que se atribui aos Anunnaki foi realização deles. Outras espécies de aliens visitaram a Terra, incluindo piratas, ou seja, seres dissidentes de sua própria cultura, planeta e origem que vivem em condição de minoria marginal (pois vivem à margem) em relação às sociedades cósmicas hierarquicamente organizadas. Para os homens, contudo, os Anunnaki são mais "tangíveis", "alguma coisa" de quê se pode fazer uma imagem.

B’raisheet - O Gênesis

No começo, Deus ou "A Fonte", criou doze espíritos (ou centelhas) auto-conscientes que traziam em si todas as coisas do Universo em estado de realidade virtual (como númeno). Estas doze consciências são os Elohim, que vivem na Constelação da Lira e criaram a matéria a partir da luz: universos, planetas, estrelas, formas de vida; todos os seres, animados e inanimados; formas e corpos para si mesmos em todas as suas manifestações inteligentes.

Rusos Y Estadounidenses En Carrera Por Recuperar El OVNI Del Báltico



Desde que el misterioso objeto fue descubierto en el piso del fondo marino por diversos buzos muchas preguntas han surgido sobre sus orígenes.
Increíblemente, las imágenes del objeto tiene un parecido al llamativo Halcón Milenario: la nave espacial del protagonista Han Solo en las primeras películas de Star Wars.
Su similitud con la nave espacial impulso una rampante especulación de que lo que los buzos encontraron es una nave extraterrestre estrellada.
Si se trata de algo extraterrestre es potencialmente un evento más grande que el infame accidente del platillo volador de Roswell.
Algunos expertos inicialmente se rieron del descubrimiento. Pero ahora dos de las mayores naciones de la Tierra están en carrera para hacerse con el objeto que más y más investigadores están convencidos es de origen extraterrestre: una posible nave extraterrestre que contiene super-tecnología que podría cambiar el equilibrio de poder en el mundo.

A toda prisa: Buques de guerra ruso se apresuran al lugar de la escena Carrera por el ‘OVNI del Báltico’

Es una escena que recuerda a la del thriller de Alistair MacLean Ice Station Zebra donde se enfrentaron fuerzas rusas y estadounidense sobre la capa de hielo del ártico en una búsqueda para ser los primeros en agarrar un satélite espía caído.
Las dos superpotencias navales están enviando buques de guerra y buques de salvamento de alta tecnología a todo vapor hacia la región del mar Báltico donde posible avanzada tecnología alienígena se encuentra esperando en el fondo oceánico.

Nada pequeño: esta es una comparacion con un Boeing 747
En los últimos meses, el descubrimiento de un objeto sumergido, posiblemente una nave extraterrestre, ha generado noticias sensacionales en el mundo de algunos de los nombres más grandes en los medios de comunicación incluyendo CNN, CBS y FOX News.
Muchos expertos lo han desestimado como una formación inusual del fondo marino, sin embargo los analistas de inteligencia de Rusia y Estados Unidos no están tan seguros.
Y ahora las dos marinas están en carrera para reclamar el asombroso objeto que pueda resultar en un cambio drástico en el equilibrio del poder en el mundo.
Masiva especulación del gran objeto misterioso.
Desde junio de 2011, el sorprendente descubrimiento por los buzos y cazadores de tesoros Dennis Åsberg y Peter Lindberg de lo que parece ser un OVNI hundido han encendido una explosión de intriga e interés.
Los dos hombres se ganan la vida rescatando barcos hundidos que se encuentran en el fondo del Mar Báltico.
Según el sitio Web sueco aftonbladet.se, después de su trascendental descubrimiento, “Ellos entonces sistemáticamente registraron el lecho marino en una zona del mar Báltico mediante el uso de sonar.

De repente, el instrumento registro una notable formación de 87 metros. Era circular, de unos 90 metros de diámetro, y hubo algo que parecía una marca de arrastre de unos 300 metros junto a él.
Nunca había visto nada igual. Pero ellos no tenían en ese momento ni el tiempo ni los recursos para hacerlo hasta el final y tomar una mirada más cercana.
Y allí estaba el objeto hasta que un equipo aguas profundas se formó para ampliar la investigación del extraño objeto.

Equipo de buceo bloqueado por buques militares

Peter Lindberg, uno de los co-descubridores y buzo en el equipo que planeó la investigación del objeto dijo a FOX News que “Hemos escuchado montones de diferentes tipos de explicaciones, desde la nave espacial de George Lucas — el Halcón Milenario — a algún tipo de tapón del mundo interior”, como debería tener el infierno allá abajo o algo así.


“No sabemos si se trata de un fenómeno natural o un objeto. Lo vimos en sonar cuando estábamos buscando un naufragio de la I Guerra Mundial.
Este objeto circular sólo se activo en el monitor. Nosotros inspeccionaremos el área en un número de formas. Utilizaremos el sonar para hacer imágenes en 3D de la parte inferior, la parte inferior de arcilla, de esa parte del mar.
También enviaremos buceadores de aguas profundas. Y un robot con cámara. También tomaremos muestras del lecho marino y mediremos la radiación y las toxicidades.”

Aquí vamos: ahora también han aparecido barcos de guerra estadounidenses en el área
Dennis Asberg, socio de Lindberg, ha expresado su frustración de que su inmersión para descubrir los secretos del objeto han sido frustrados por buques de guerra rusos y estadounidenses.
“Hemos puesto todo lo que poseemos [en esta empresa],” dijo.
A pesar de que el objeto está en el fondo del mar Báltico, la Federación de Rusia no tiene ninguna reclamación sobre ella porque la región del fondo marino en donde esta el objeto se encuentra en aguas internacionales.
La ubicación del objeto era secreta, pero los rusos y los estadounidenses lo han determinado con precisión y se han movido agresivamente hacia el área.
Bajo la cubierta de los “ejercicios navales”, los buques rusos y estadounidenses han mantenido lejos al equipo de buceo.
“No puedo evitar preguntarme que es lo que está sucediendo en este momento,” Åsberg se quejó.
O que es lo que las potencias militares hallarán…

Fuente: Buenas Nuevas