SAA - Anomalia do Atlântico Sul
A Anomalia do Atlântico Sul (SAA) é um vórtice. Os vórtices são as áreas da Terra, onde são freqüentes as ocorrências sobrenaturais. Essas partículas se movem em trajetórias espirais (Vórtices) ao longo de linhas de força do campo magnético terrestre.
SAA (do inglês, South Atlantic Anomaly) é uma região onde a parte mais interna do Cinturão de Van Allen, tem a máxima aproximação com a superfície da Terra.
Descobertas em 1958 por James Van Allen, as radiações de Van Allen não ocorrem, salvo em raras exceções, nos pólos, mas sim na região equatorial.
O cinturão de prótons nos pólos é 1200-1300 km de altura, com exceção na área sobre o Brasil - A Anomalia do Atlântico Sul mergulha a 200 km da superfície da Terra!
O Cinturão de Van Allen é uma região onde ocorrem vários fenômenos atmosféricos devido a concentrações de partículas no campo magnético terrestre.
A magnetosfera, em grande parte, protege o planeta de partículas carregadas vindas do espaço, desviando-as através das linhas de campo.
A Anomalia do Atlântico Sul (SAA) é um vórtice. Os vórtices são as áreas da Terra, onde são freqüentes as ocorrências sobrenaturais. Essas partículas se movem em trajetórias espirais (Vórtices) ao longo de linhas de força do campo magnético terrestre.
Como a SAA possui baixas intensidades do campo magnético total, esta região oferece menor resistência ao fluxo de partículas. Uma espécie de “janela” à entrada de partículas cósmicas
É do nosso conhecimento o mau funcionamento dos instrumentos e desaparecimentos de aviões e embarcações marítimasrelatados no Triângulo das Bermudas e o Mar do Diabo, mas a Anomalia do Atlântico Sul é famosa pelo mau funcionamento gerada em naves espaciais e os misteriosos fenômenos físicos relatados por astronautas.
Durante os períodos de intensa atividade solar, grande parte das partículas eletricamente carregadas vindas do Sol consegue romper a barreira formada pelos cinturões de radiação de Van Allen, que ao atingir a alta atmosfera produzem os fenômenos de auroras polares e as tempestades magnéticas.
Anomalia Magnética do Atlântico Sul (SAA), se tornou evidente nos mapas magnéticos do início do século 20 e é assim chamada porque atualmente estende-se pelo Atlântico Sul.
As Naves passando por essa região são bombardeadas por prótons com energias superiores a 10 milhões de elétron-volts em um fluxo normal de 3000 partículas por centímetro quadrado por segundo.
Estas partículas podem ser um perigo para os sistemas espaciais e astronautas.
Instrumentos muitas vezes falham ou travam completamente ao passar sobre o Atlântico Sul na área sobre o Brasil.



