quarta-feira, 4 de junho de 2008

O Relatório Cooper

PREFÁCIO

Gostaria de esclarecer o seguinte: o documento que vocês vão ler chegou em minhas mãos, por uma pessoa amiga e pelo teor do mesmo, achei que seria a hora de tentar avisar aqueles que se interessam vir, a saber, o que na realidade estamos a ser vítimas.

Portanto analisem bem o que está escrito, pois a fonte de informações é da mais alta credibilidade.

Gilberto de Medeiros Chaves Filho


O GOVERNO SECRETO DO MUNDO E OS UFOs

Milton Willian Cooper

Milton Willian Cooper é militar norte-americano especializado em navegação, com a função de mestre quarteleiro. Serviu à diversos organismos de inteligência (espionagem) dos EUA, especialmente o da Marinha (U.S.NAVY). Ocupou posições nos seguintes navios de guerra: USS TEMBIGBEC (AOG-11), durante manobras no Vietnã e no Oceano Pacífico: USS CHARLES BERRY (DE-1035), no Pacífico Sul: USS ORISKANY (CVA-35). Além disso, ocupou posições no Camp Carter (Vietnã), como agente de informações e patrulhamento do Danang Harbor e no Comando da Frota Americana no Pacífico. Foi dispensado com honras militares em dezembro de 1975. Seu último endereço conhecido é: 1311 S.Highland 205, Fullerton. Cal.92632, EUA.

Tradução de texto: Realizada individualmente por Belkiss Pontes e Mônica Helena B.B.Jação.

QUEM É MILTON COOPER?

Quem é Milton Cooper e por que decidiu expor-se publicamente através da liberação deste texto contendo tão estupendas informações sobre a presença de extraterrestres em nosso planeta e a participação de nossos governos?

Para responder a esta pergunta selecionamos entre todo o material recebido de Cooper, proveniente de inúmeras fontes que chocaram seu depoimento, alguns trechos que esclarecem tais dúvidas.

Este auto-contém apenas informações absolutamente verdadeiras, relativas à presença de alienígenas na Terra e o seu envolvimento específico com o governo norte-americano, e estão descritas exatamente como eu as vi. Nada nele provém de outras fontes. Mas, passar tais informações adiante foi difícil; foi necessário publicar um outro relatório anterior a este, para despistar alguns agentes governamentais de maneira a ganhar tempo e permitir que alguém dentro do campo ufológico pudesse confirmar minha identidade, meu trabalho, minha folha de serviços prestados, meus conhecimentos, etc. Na primeira release que liberei, existem alguns dados diferentes dos apresentados neste texto. Isso foi feito para convencer as equipes MJ-12 e MAJ-1 que eu não represento perigo sozinho, pois verifiquei os fatos arriscando minha vida, mas junto a outras pessoas que também conhecem (e podem divulgar) tais revelações.

Desejo deixar claro que não me considero um herói. Creio que a maioria das pessoas faria o mesmo se soubesse ou conhecesse o que eu conheci. Como militar, jurei que manteria e protegeria a Constituição dos EUA, e levei a serio o meu juramento. O que estou fazendo agora, revelando tais informações, não é mais do que fiz quando lutei no Vietnã. Assim, não me furto de deixar um juramento explícito a respeito de minha pessoa e das informações que transmito: Eu Milton Willian Cooper, residente em Fullerton (Califórnia), juro solenemente que a informação contida neste auto é verdadeira e esta correta no melhor de meu conhecimento. Juro que vi tal informação em 1972 no comprimento do meu dever como membro da Equipe de Informações e Inteligência do Comando da Esquadra Norte-Americana no Pacífico, quando atuei como um oficial subalterno da Marinha dos EUA.

Nos anos que se seguiram a Segunda Guerra Mundial, o governo dos EUA se confrontou com uma serie de eventos que mudaria definitivamente seu futuro e, com isso, o destino da humanidade.

Estes fatos eram tão incríveis que desafiam o bom senso. Entre os episódios desta época, estava a sucessão de atos e o comportamento do próprio Presidente Truman e dos chefes do Comando Militar dos EUA, que atordoados, encontravam-se virtualmente impotentes logo após a mais devastante e dispendiosa guerra da História, e por razões totalmente adversas as situações da época, como mostrarei neste artigo. Foram os EUA que desenvolveram, usaram e se tornaram a única nação da Terra a ter a bomba atômica, instrumento que, sozinha, tinha o potencial para destruir qualquer inimigo, e mesmo a própria Terra! Naquele tempo, os EUA tinham a maior economia do planeta, a mais avançada tecnologia, o mais alto padrão de vida, exerciam a maior influência que uma nação poderia ter sobre o resto do mundo e tinham as maiores e mais poderosas forças militares de todos os tempos, entretanto, em meio a um quadro assim tão favorável, podemos supor a preocupação e a confusão surgida na alta cúpula do país, quando o Governo descobriu que uma nave interplanetária, pilotada por seres semelhantes a insetos e provenientes de uma cultura totalmente incompreensível para os padrões terrestres, havia caído no deserto do Novo México, no sul dos EUA.

As ocorrências de acidentes com UFOs – ou sua derrubada por forças militares terrestres – é um assunto controverso, mas inquietante, tamanhas as evidências existentes. Entre janeiro de 1947 e dezembro de 1952, pelo menos 16 naves alienígenas caíram ou foram derrubadas em nosso planeta. Destes acidentes, 65 corpos de seres extraterrestres, e pelo menos um ET vivo, foram recuperados (além de uma nave alienígena que havia explodido completamente, sendo que nada pode ser resgatado). De todos esses incidentes, 13 ocorreram dentro do território norte-americano (sem contar a nave que se desintegrou no ar), sendo 1 no Arizona, 11 no Novo México, e 1 em Nevada. Três acidentes conhecidos aconteceram em outros países: 1 na Noruega e 2 no México.

Alguns desses casos são assustadores, como veremos a seguir e durante este texto. Uma nave alienígena foi encontrada, em 13 de fevereiro de 1948, num planalto perto de Aztec, no Novo México. Outra foi localizada em 25 de março do mesmo ano, na região de Hart Canvon, bem perto de Aztec. Esta possuía cerca de 100 pés de diâmetro, e um total de 17 corpos alienígenas foram recuperados nos dois acidentes. Igualmente importante foi a descoberta de um recipiente contendo muitos órgãos humanos, reunidos dentro de ambas as naves. Naturalmente, a paranóia tomou conta de cada um dos integrantes das altas cúpulas do governo, que tinham acesso à documentação, e o acobertamento do episódio tornou-se imediatamente um assunto classificado militarmente como acima de ultra-secreto (do termo oficial Above top Secret”), designado a assuntos sigilosos. A segurança sobre um assunto deste gênero, especialmente dos casos de quedas ainda recentes era realmente mais intensa que a própria cautela imposta no caso do Projeto Manhatan, que foi um dos projetos mais secretos do mundo e que levou a fabricação da bomba atômica. Nos anos seguintes, com a manutenção da política do sigilo, esses eventos tornaram-se o segredo mais bem guardado da História.

Em dezembro de 1947, no meio de toda a agitação, um grupo especial, composto pelos maiores cientistas dos EUA, foi organizado com o nome de Projeto Sign (sinal), com a função exclusiva de estudar o fenômeno.

Todo o conjunto de atividades deste projeto foi mantido dentro do maior sigilo e, dentro de pouco tempo, expandiu-se e recebeu outro nome Projeto Grudge (ressentimento). Tais alterações se deram em dezembro de 1948. Logo após isso, um novo projeto de desinformação (acobertamento e mistificação de informações), dedicado basicamente a uma coleta de baixo nível de informações, foi formado com conformidade com o Grudge. Este seria o mais conhecido de todos os projetos norte-americanos no setor: Projeto Blue Book (livro azul). Cerca de 16 relatórios de atividades foram emitidos pelo projeto Grudge, inclusive o controverso Grudge-13, que eu e o pesquisador Bill English vimos, lemos e revelamos ao público. Foram formadas equipes especiais, designadas de Blue Teams (equipes azuis), que tinham a função de recuperar os ovnis acidentados e seus tripulantes alienígenas, vivos ou mortos. Os Blue Teams foram mais tarde, expandidos para Alpha Teams, sob o novo e secreto Projeto Pouce (agarrar).

Nos anos seguintes, a Força Aérea Norte-Americana (USAF) e a Agência Central de Inteligência (CIA) exerceram completo controle sobre todo o assunto de alienígenas. Na realidade, a CIA foi formada por uma ordem executiva presidencial, logo à época, primeiramente como uma central de informações com o propósito expresso e exclusivo de lidar com a novíssima situação da presença alienígena no planeta. Mais tarde, com estabelecimento do Ato de Segurança Nacional, esta central transformou-se na poderosa Agência Central de Inteligência – a CIA como a conhecemos (?) hoje. Identicamente, o Conselho de Segurança Nacional (NSA) foi instituído para inspecionar a comunidade de informações recém estabelecida e, especialmente, as atividades sobre a questão alienígena.

Várias séries de memorandos do Conselho de Segurança Nacional e de ordens executivas (presidenciais) alteraram as atividades da CIA, removendo-a do dever de apenas reunir informações estratégicas e legalizando sua atuação mais direta em atividades domésticas e internacionais (espionagem). Em 9 de dezembro de 1947, o presidente Truman aprovou a emissão do documento NSC-4 (a sigla vem de National Security Concil, ou Conselho Nacional de Segurança), entitulado Normas de Coordenação de Informação sobre Inteligência Estrangeira, conforme exigência dos então secretários de Estado Marshall, Forrestal e Patterson e do diretor do Departamento de Estado de Política e de Planejamento de Pessoal, Kennan.

O relatório da Inteligência Militar Estrangeira em sua parte 1, denominada Relatório Final do Comitê Superior para estudos de Operações Governamentais Relativas à Atividades de Inteligência. Publicado pelo Senado dos EUA (94 congresso, 2 sessão. Relatório nº.94-755, de 26 de abril de 1976), declara a página 49: Esta norma diretiva autoriza o secretário de Estado a coordenar atividades de informações estrangeiras contra o comunismo. Um documento anexo ao texto NSC-4, classificado Top Secret e designado NSC-4A, instruiu o diretor da CIA para se encarregar de atividades psicológicas camufladas, a serem praticadas pelo órgão, afim de atingir os objetivos determinados no documento NSC-4. A autoridade inicial dada a CIA para o acobertamento das operações sob NSC-4A não estabeleceu, no entanto, quais seriam os procedimentos formais para coordenar ou para aprovar qualquer uma destas operações. Simplesmente, o documento ordenava ao diretor da CIA, nas próprias palavras do texto, a se encarregar das ações de acobertamento e assegurar, através de ligações com o Departamento de Estado e da Defesa, que as operações resultantes fossem compatíveis com a Política Americana.

Mais tarde, novos documentos emitidos pelo mesmo órgão, desta vez denominados NCS-10/1 e NCS-10/2, substituíram os NSC-4 e NSC-4A, expandindo bastante a autonomia (da CIA) para acobertamento de informações sobre assuntos vitais à segurança dos EUA: na mesma linha de atuação, o Departamento de Coordenação Política (OPC), do governo, foi contratado para executar um programa de atividades secretas. Os documentos normativos NSC-10/1 e NSC-10/2 chegaram a legalizar várias práticas e procedimentos visivelmente ilegais ou extralegais, por serem adequados ao esquema nacional de segurança dos EUA. A reação foi imediata, aos olhos da comunidade norte-americana de informações, nenhuma porta estaria trancada. Sob jurisdição do NSC-10/1, um novo grupo de coordenação executiva foi instituído, mas não aprova projetos secretos. Este grupo foi reunido para organizar os projetos no campo da pesquisa alienígena. Os documentos citados foram interpretados, pelos funcionários envolvidos nos diversos projetos como um aviso de que ninguém na chefia iria querer saber qualquer coisa sobre o assunto até que as operações terminassem – e com êxito!

Essas atitudes faziam com que se formasse um escudo invisível entre o presidente dos EUA e as informações sigilosas. E pretendia-se com isso, que o presidente em apuros, tivesse como negar conhecimentos que por ventura vazassem e fossem divulgados à imprensa, sobre a verdadeira situação dos assuntos reservados – em especial sobre o fenômeno UFO. Em outras palavras, esse escudo foi usado, durante vários anos, com o propósito efetivo de isolar os presidentes dos EUA e seus sucessores de qualquer conhecimento sobre as atividades do país no que diz respeito a assuntos de segurança e, em especial, à presença de alienígenas. O SNC-10/2 instituiu um outro grupo de estudos, que se reuniu secretamente e era formado pelos cientistas mais destacados da época.

Este grupo de estudo não é o famoso “Projeto MJ-12” (MJ é abreviatura de Majestic”). Foi outro memorando secreto desta vez o NSC-10/5, que esboçou as funções deste grupo e serviu de base para a criação do próprio MJ-12, mas somente 4 anos mais tarde.

O então secretário de Defesa, James Forrestal, chegou-se a opor-se ao estado de segredo vigente. Ele era um homem muito idealista e religioso, que acreditava que o público deveria ser informado sobre tudo. Mas, quando começou a falar aos líderes do partido de oposição, e aos líderes do Congresso sobre o problema dos alienígenas, e os projetos secretos de tratamento destes Seres, o próprio presidente Truman interviu e convidou-o a se demitir. Isso foi interpretado por aqueles que ignoravam o assunto sobre o qual o sigilo agia, como paranóia de Truman. Para completar, mais tarde Forrestal admitiu ter sofrido um colapso mental e afirmou ter sido internado no Hospital Naval de Bethesda. De fato, temeu-se que Forrestal começasse a falar novamente, apesar dos conselhos de Truman, e concluiu-se que ele deveria ser isolado e colocado em descrédito público. O segredo deveria ser mantido a todo o custo, e os agentes desta política suja não economizaram esforços, nem mesmo com autoridades. Na manhã de 22 de maio de 1949, por exemplo, agentes da CIA amarraram um lençol em torno do pescoço de Forrestal, prendendo a outra parte na mobília de seu quarto, e o atiraram pela janela. O lençol resetou-se violentamente e ele mergulhou para a morte. Forrestal se tornou um dos primeiros sacrificados pela política do sigilo e acobertamento dos EUA.

O único alienígena capturado vivo no acidente de Roswell, em 1949, passou a ser conhecido como EBE, abreviatura de Entidade Biológica Extraterrestre (Extratestrial Biological Entity), conforme sugestão do Dr. Vannevar Bush, autoridade de grande expressão na época. A criatura tinha uma tendência psicológica (se é que se pode usar esse termo) para a mentira e, durante um ano, deu apenas as respostas que desejou, falsas, às autoridades que o questionaram. Se ele considerava que as perguntas feitas teriam respostas desagradáveis para os investigadores, simplesmente não as respondia. Já no segundo ano de cativeiro, a criatura passou a falar mais abertamente e chegou a responder na integra perguntas feitas pelos agentes governamentais – e algumas das coisas ditas por EBE, eram simplesmente estonteantes! Uma coleção de revelações foram feitas por ele a base do que, mais tarde seria chamado de Yellow Book. Chegaram a ser tiradas fotos da criatura e, entre os pesquisadores, eu e Bill English pudemos vê-las anos mais tarde, no relatório ultra-secreto Grudge-13.

Em 1951, EBE ficou doente e toda a equipe médica destacada para cuidar da sua saúde simplesmente não conseguiu determinar a causa da doença, pois não tinham nada de semelhante em que se basear. O sistema orgânico de EBE era baseado em alguma forma de clones e ele processava alimentos transformando-os em energia. Como as plantas o fazem – inclusive no caso das secreções o funcionamento de seu organismo era como os vegetais. Assim, a equipe governamental destacada para o caso sugeriu que fosse trazido um expert em botânica para tentar auxiliar o trabalho. O Dr. Guilhermo Mendonza, autoridade no assunto, foi escolhido e tentou ajudar EBE a se recuperar até meados de 1952, quando morreu. Este botânico tornou-se um especialista em Biologia Alienígena (provavelmente trabalhando para o governo).

Antes de morrer, no entanto, um esforço já inútil para salvar a criatura foi realizado. Os EUA esperavam, com isso, conseguir algum favor ou benefício em troca, junto à civilização de EBE (provavelmente uma raça superior), e começaram a irradiar uma espécie de emissão radiofônica de pedido de ajuda ao ser, isso ocorreu durante o ano de 1952. A emissão foi dirigida as vastas regiões do espaço, mas não houve resposta. Mesmo assim, o projeto continuou por mais algum tempo, como demonstração de boa fé. Em 4 de novembro de 1952, o presidente Truman criou a super-secreta Agência de Segurança Nacional (NSA), através de uma ordem executiva também secreta. Seu propósito inicial era decifrar a linguagem e as comunicações alienígenas e estabelecer contato com estas raças, criando-se um diálogo. A tarefa mais urgente era dar continuidade aos esforços que se encontravam mais adiantados no setor obtidos através do Projeto Sigma (termo em código).

O propósito secundário da NSA era monitorar as comunicações e missões de cada um dos inúmeros projetos semelhantes aos dos americanos. Espalhados pelo mundo inteiro e dedicados à contactação com extraterrestres via rádio. O objetivo da NSA era reunir informações, tanto humanas quanto alienígenas, para reprimir a divulgação do segredo da visitas e da presença alienígena na Terra. Em tudo que tentou, o trabalho da agência, através do Projeto Sigma, foi um sucesso. O NSA chegou até manter e ainda sustenta até hoje, comunicação com uma base secreta na Lua.

Designada Luna, além de outros programas espaciais norte-americanos, evidentemente secretos. Caso fosse preciso, criavam-se condições para a atuação do órgão, através de uma ordem executiva (presidencial), por exemplo, criou-se uma situação de privilégio para a NSA: o órgão é isento de se submeter a todas e quaisquer leis que não especifiquem explicitamente em seu texto, citando-o diretamente com sendo assunto ou estando sujeito aquela lei. Isto significa que, se a Agência não está contida nominalmente no texto de qualquer lei que passe pelo Congresso, ela não pode estar sujeita à sua ação.

Esse é um estratagema legal de grande privilégio para a NSA, que agora executa muitos outros deveres além das suas obrigações originais.

Hoje, a NSA recebe 75% de toda a verba alocada para a comunidade norte-americana de informações, o que atesta sua importância. Como diz o velho ditado: Onde o dinheiro está, o poder está junto.

A tarefa originária da NSA, ainda hoje, é a comunicação com raças superiores alienígenas, nas suas atribuições incluem outros projetos no campo extraterrestre.

O Presidente Truman, antes de deixar o cargo, já no auge da Histeria Ufológica, estava mantendo os países aliados aos EUA e até a União Soviética constantemente informados sobre a evolução dos problemas alienígenas, desde o resgate da nave e os ETs de Roswell, incluindo EBE. Essa estratégia foi usada habilmente, pelo governo dos EUA, para o caso (possibilidade de os alienígenas passarem a ser uma ameaça a raça humana, o que requisitaria a unidade de todo o planeta). Assim, as autoridades (dos diversos países) chegaram a formular planos para defender a erra no caso de uma invasão, mas eram grandes os problemas dos governos envolvidos, no sentido de manterem o segredo em seus próprios países. Foi decidido que uma comissão neutra seria necessária para coordenar e controlar os esforços internacionais no assunto e, principalmente, para escondê-lo da hierarquia e dos sistemas normais de diversos governos que comporiam e da imprensa nestes países.

O resultado encontrado para se burlar a população foi a formação de uma sociedade secreta, que foi conhecida como Bilderburges. O quartel-general deste grupo situava-se em Genebra, na Suíça, e expandiu-se até tornar-se uma espécie de Governo Secreto, paralelo aos governos e a nível mundial. Uma sociedade que hoje controla tudo. As Nações Unidas (ONU), dentro desta ótica, são uma brincadeira.

Em 1953, um novo presidente passou a ocupar a Casa Branca. Era um homem acostumado com uma organização estruturada hierarquizada e com uma cadeia de comando. Seu método era delegar autoridade e normalizar trabalhos através de comissões. Era este presidente que tomava a decisão final, mas somente quando seus conselheiros eram incapazes de chegar a um consenso. Seu método normal de trabalho era ler ou ouvir muitas alternativas para determinado problema, e só então aprovar soluções. Aqueles que trabalhavam junto a ele declararam que seu comentário favorito era: Apenas faça tudo o que for necessário. Este homem foi o General Dwight Eisenhower, um homem com carreira no Exército e com a última posição de comandante supremo dos aliados durante a Segunda Guerra, um posto de cinco estrelas. Durante seu primeiro ano no cargo, em 1953, no mínimo mais 10 ovnis acidentados ou derrubados foram recuperados pelo governo, com um total de 26 extraterrestres mortos e 4 vivos. Destas 10 quedas, 4 ocorreram no Arizona, 2 no Texas, 1 no Novo México, 1 em Lousiana.

Assim, em 1953, o novo presidente voltou-se para seu amigo e companheiro, membro do Conselho de Relações Estrangeiras, Nelson Rockfeller, para pedir que o ajudasse no problema.

(Gostaria de acrescentar aqui neste parênteses, uma carta feita pelo próprio punho do então presidente Truman, eu a transcreverei em inglês:

THE WHITE HOUSE

WASHINGTON, September 24, 1947.

MEMORANDUM FOR THE SECRETARY OF DEFENSE

Dear Secretary Forrestal,

As per our recent conversation on this matter, you are hereby authorized to proceed whith all due speed and caution upon your undertaking. Hereafter this matter shall be referred to only as Operation Majestic Twelve.

It continues to be my feeling that my future considerations relative to the ultimate disposition of this matter should rest solely with the Office of The President following appropriate discussions with yourself. Dr. Bush and the Director of Central Intelligence.

Assinado Presidente Henry Truman

Prova incontestável o próprio presidente Truman promove a criação da Operação MJ-12.

Os dois começaram planejando a estrutura secreta da organização cuja missão seria a de supervisionar os alienígenas, o que se tornou realidade em um ano. Foi neste clima que a idéia para a criação “MJ-12” nasceu.

Foi o tio de Rockfeller, o influente industrial Wintrop Aldrich, quem convencera Eisenhower a se candidatar a presidência. Toda a família Rockfeller, e com ela o império Rockfeller apoiando-o totalmente. Mas, ao pedir ajuda a Rockfeller para o problema, Eisenhower cometeu seu maior erro, o que viria a ser fatal para o futuro dos EUA e, provavelmente, para toda a humanidade. Uma semana após a eleição para presidente, Eisenhower apontou Rockfeller com diretor do Conselho Consultivo Presidencial, com a responsabilidade de planejar a reorganização do governo.

Em 1953, os astrônomos descobriram objetos enormes no espaço movendo-se em direção à Terra. Primeiramente acreditaram tratar-se de asteróides, mas, mais tarde, as evidências mostraram que os objetos só poderiam ser ovnis. O Projeto Sigma foi colocado em ação e interceptou algumas comunicações alienígenas pelo rádio. Quando os objetos alcançaram a Terra, colocaram-se uma órbita muito alta, em torno do Equador. Entre estes objetos desconhecidos haviam várias naves enormes, cuja intenção era totalmente ignorada.

O Projeto Sigma, junto a outro programa secreto, conhecido como Projeto Platô, através de comunicação via rádio e usando linguagem binária emitida por computador, foi capaz de conseguir um desembarque amistoso destes seres. Isso resultou num primeiro contato face a face oficial com criaturas de outro planeta. O Projeto Platô estava incumbido de estabelecer relações diplomáticas com essa raça de alienígenas.

Nesse meio tempo, outros alienígenas, de uma raça de aparência bem semelhante à humana, contatou o governo dos EUA espontaneamente. Esse grupo de Aliens alertou a cúpula governamental ligada ao problema extraterrestre contra os seres que estavam orbitando o Equador em grandes naves, e ofereceu sua ajuda para o nosso desenvolvimento espiritual. Mas, a sua principal condição para início deste intercâmbio foi na realidade, uma exigência a de que desmontássemos e destruíssemos nosso arsenal nuclear.

Estes seres negaram fornecer tecnologia (somente desenvolvimento espiritual foi oferecido) aos americanos, mencionando que eram intelectualmente incapazes de lidar (pacificamente) com a informação tecnológica que passariam a ter, a que eles possuíam. Acreditavam, também, que os extraterrestres (e não só os EUA) usariam esta nova tecnologia para destruírem-se mutuamente.

A raça explicou ainda que já estávamos a caminho de nossa própria destruição e que deveríamos parar de nos matar, de poluir a Terra e de violar os recursos naturais de nosso planeta, disseram também que era tempo de aprendermos a viver em harmonia. Mas, os termos usados pelos ETs nesse contato foram recebidos pelos agentes governamentais (NOSSOS REPRESENTANTES, nesse contato) em meio à suspeitas profundas, em especial na questão do desarmamento nuclear – o que, se ocorresse, nos deixaria em terrível situação de inferioridade ante à qualquer eventual agressão que viéssemos a sofrer. E apareceu-lhes óbvio um ataque alienígena. O desarmamento nuclear não foi considerado ser do interesse dos EUA e o tratado foi rejeitado.

Mais tarde em 1954, a raça que tinha permanecido em órbita da Terra – cujos seres tinham um nariz grande e apresentavam cor de pele acinzentada – aterrizaram para um primeiro contato oficial na Base Aérea de Holloman da USAF, e firmaram um acordo básico com os representantes governamentais. Essa raça identificou-se como sendo originária de um planeta situado ao redor de uma estrela vermelha da constelação de Orion, chamada por nós de Betegeuse. Explicaram aos interlocutores terrestres que seu planeta estava morrendo e que, num futuro desconhecido, seria impossível sobreviver lá. Essa declaração levou a ser marcada uma Segunda aterrissagem de suas naves, desta vez na Base Aérea de Edwards da USAF.

Já esse pouso histórico foi planejado com bastante antecedência, sendo que foram combinados todos os detalhes do acordo que seria firmado entre os EUA e os extraterrestres, com muito cuidado. Eisenhower conseguiu um pretexto para estar em Palm Springs, próximo à Edwards, no dia previsto. Estaria repousando num feriado, afirmou para efeito de desinformar a imprensa e despistar curiosos. Mas, no dia marcado para a aterrissagem, o presidente simplesmente desapareceu de Palm Springs. Sua equipe disse à imprensa que tinha ido ao dentista... Mas, na verdade, o presidente foi ao encontro com os alienígenas, com quem assinou um acordo formal entre os EUA e esta civilização extraterrestre. Assim como parte do acordo, os EUA então receberam seu primeiro diplomata extraterrestre, um embaixador alienígena do espaço exterior, de Betegeuse. O nome e título deste diplomata eram Sua Alteza Onipotente, Krll (pronuncia-se Krill). Na velha tradição americana de abreviar títulos reais, o ET foi chamado de Hóspede Krill.

Alguns fatos mais interessantes deste intercâmbio – que nunca foi revelado – diz respeito à bandeira alienígena, conhecida como a Insígnia Trilateral e exposta em suas naves. O mesmo desenho é usado em seus uniformes. Outro detalhe sobre a verdade deste acordo e que, embora não admitam, ambas as aterrissagens e o segundo encontro, este diretamente com o então presidente dos EUA foram filmados, e o filme existe até hoje. Os termos do acordo eram claros e bilaterais. Alguns de seus itens determinavam as condições segundo as quais iriam a se comportar os ETs em nosso planeta. E por outro lado, estabeleciam qual seria nossa relação para com eles. Foi determinado que os seres extraterrestres não deveriam interferir em nossa vida e costumes, assim como nós não interferiríamos em sua vida também. Além disso, comprometemo-nos a manter em segredo sua presença e suas visitas a nosso planeta. Em troca, eles nos forneceriam tecnologia avançada e nos ajudariam em nosso próprio desenvolvimento tecnológico. Além disso, comprometeram-se também a manter este acordo exclusivamente com os EUA – e com nenhuma outra nação da Terra.

Em troca desta exclusividade, foi-lhes permitido em acordo escrito, que continuassem a raptar humanos – como vinham fazendo – mas em bases limitadas e com o propósito de realizarem exames médicos e científicos para monitorar nosso desenvolvimento psicofisiológico. Naturalmente, os EUA exigiram que os humanos seqüestrados (abduzidos), não fossem feridos e que fossem devolvidos ao próprio local do rapto. Os alienígenas providenciariam para que não se lembrassem destes seqüestros.

Outra exigência norte-americana foi de que a nação alienígena atuando na Terra forneceria regularmente à equipe do MJ-12, segundo cronograma pré-definido, a relação de todos os humanos contatados e raptados por eles. Foi também estipulado, no acordo em que bases seriam feitas as trocas e nomeações diplomáticas. Sobre este aspecto, ficou combinado que cada parte no acordo receberia um embaixador da outra parte, durante o tempo em que o tratado estivesse vigente. Além disso, foi acertado que ambas as partes enviariam 16 pessoas cada para viverem na outra, com o propósito de aprenderem tudo um sobre o outro. Os 16 convidados alienígenas continuariam na Terra, onde na realidade já se encontravam, e os 16 humanos escolhidos viajariam ao planeta de origem dos seres, onde permaneceriam por um tempo específico e, então retornariam à Terra e seriam trocados pelos seres que tinham ficado aqui.

O acordo tratou também da questão das instalações e espaço físico que utilizariam os ETs em nosso planeta. Neste aspecto determinou-se que seriam construídas bases subterrâneas para uso dos alienígenas e 2 bases especificamente para uso conjunto das duas partes ETs e EUA. Seriam feitas nessas bases coletivas o intercâmbio de tecnologia entre as partes. As bases exclusivamente alienígenas seriam construídas em Nevada, numa área de reserva indígena no estado de Utah, Colorado, Novo México, e, conhecida como S-4, a aproximadamente sete milhas ao sul da fronteira de outra área especial chamada de área 51, ou Dreamiland (Terra de sonho). Todas as áreas de ocupação dos seres estão sob o completo controle do Departamento Naval dos EUA e o pessoal que trabalha nesses complexos recebe seus pagamentos diretamente da Marinha. As construções das bases começaram imediatamente após o acordo, mas o progresso foi feito lento até 1957, quando um enorme montante de dinheiro para o trabalho foi liberado. O trabalho continuou sob os auspícios do programa Yellow Book, já descrito.

Um outro projeto foi criado nesta época, o Projeto Redlight (luz vermelha), destacado para realizar experiências e provas com naves alienígenas em vôo. O projeto começou intensamente. Uma das bases foi construídas em meio à determinação de super top secret, na região de Groom Lake, em Nevada e bem no centro de uma área de testes de armamentos. O nome de código dessa área era Dreamiland. A instalação foi colocada sob a Hierarquia do Departamento da Marinha. Para esta área, a autorização de trabalho de todo o pessoal requeria status Q, além da aprovação executiva presidencial dos EUA.

No entanto, é irônico que o próprio presidente dos EUA não tenha o tal status Q e não tenha autorização para visitar o local. A base alienígena e a troca de tecnologia atualmente ocorrem no lugar conhecido como S-4 que recebeu o nome código de O lado oculto da Lua (The Dark Side of the Moon). O Exército dos EUA teve a tarefa de formar uma organização super secreta para treinar e fornecer o pessoal de segurança para todos os projetos (bases) alienígenas.

Essa organização foi chamada de Organização de Reconhecimento Nacional (NRO), e é baseada em Fort Carson, no Colorado. As equipes encarregadas da segurança do projeto eram chamadas Delta.

Um segundo projeto designado de Projeto Snowbird (Pássaro da Neve), foi formado com a tarefa exclusiva de dar explicações e satisfação (à população e a imprensa) de cada eventual avistamento que fosse feito por populares, das naves espaciais testadas pelo Projeto Redlight. Tais explicações seriam dadas como se os estranhos objetos observados fossem experimentos e testes da Força Aérea. O projeto Snowbird construía e usava naves feitas de tecnologia convencional, que voavam exclusivamente para shows à imprensa. Esse projeto era também usado para explicar, através da desinformação, alguns verdadeiros avistamentos públicos de naves alienígenas. E teve muito sucesso: com o público em geral, mas muitos físicos e engenheiros não ficaram convencidos das informações que eram fornecidas, e aqueles que começavam a levantar hipóteses, foram dados como desaparecidos.

Milhões de dólares eram usados neste projeto e iam parar nas mãos do grupo MJ-12 quando então eram usados na construção de bases alienígenas super secretas, assim como as também super-secretas instalações tratadas pelo código de DUMB (Deep Underground Militares Bases), ou bases militares de grande profundidade. O dinheiro também foi usado para construção de instalações menos importantes como as declaradas pelo programa Alternativa 2 (o presidente Johnson chegou a usar verba desse fundo para construir um cinema e para pavimentar a estrada de sua fazenda. Ele não tinha a menor idéia de seu verdadeiro propósito).

As bases são literalmente buracos no solo, profundos o bastante para suportar uma explosão nuclear, e são equipadas com o que há de mais avançado em aparelhagem de telecomunicações. Além das 75 bases distribuídas pelos projetos usando dinheiro do fundo destinado à Comissão de Energia Atômica dos EUA. A localização e tudo o que se relacione as bases são consideradas e tratadas como assunto ultra-secreto.

Grande parte do dinheiro arrecadado no fundo foi transferido para um lugar na Flórida, chamado de Ilha Peanut, que pertence à Guarda Costeira. Esta ilha é próxima à propriedade que pertenceu a Joseph Kennedy. O dinheiro transferido era destinado, segundo a versão oficial para obras de paisagismo e embelezamento da região. Há alguns anos, um documentário de TV sobre o assassinato de Kennedy, denunciou que um oficial da Guarda Costeira levava dinheiro dentro de uma pasta executiva para um empregado dos Kennedy. Esta transferência ocorria nos limites da propriedade da família e suspeitou-se que tal dinheiro estava servindo como um pagamento à família Kennedy, pela perda de seu filho John F. Kennedy. As transferências de dinheiro continuaram até 1967 e o total da quantia transferida é desconhecido, assim como seu uso.

Nesse meio tempo, Nelson Rockfeller mudou de posição dentro do governo, passando a antiga posição de C.D. Jackson, que havia sido chamado para ser o assistente especial do Comitê de Estratégia Psicológica.

Nelson recebeu o título de assistente especial para o Comitê de Estratégia da Guerra Fria. Esta posição foi a mesma ocupada, anos mais tarde, por Henry Kissinger, junto ao Presidente Nixon,

Oficialmente Rockfeller prestava aconselhamento e assistência ao desenvolvimento do entendimento e Cooperação entre todos os povos, segundo documento da época.

Em 1955, os alienígenas decepcionaram Eisenhower e quebraram o acordo firmado anos antes. Corpos humanos mutilados por tais seres foram encontrados junto a animais, também mutilados, em todos os cantos dos EUA. A partir deste fato, suspeitou-se que os seres não cumpriam sua parte no contrato, escondendo as listas de suas vítimas, ou apresentando-as ao MJ-12 incompletas – além de que estas continham relação de humanos que não eram devolvidos. Neste caso, passou-se a suspeitar que a União Soviética estivesse em contato e tramando alguma coisa com os seres. Lamentavelmente, isso foi provado ser verdade. Os agentes do MJ-12 descobriram um lado oculto da atuação dos ETs, ficaram sabendo que os seres estavam então manipulando populações inteiras através de sociedades secretas, feitiçaria, mágica, ocultismo e de movimentos religiosos. Foi a partir daí que iniciou-se um confronto pesado entre as partes do acordo, evidentemente já sem validade. Muitas foram as ações de combate aéreo realizadas com jatos da Força Aérea (USAF), contra naves alienígenas – alguns desses casos são clássicos da literatura ufológica. Mas, logo ficou claro que nossas armas não competiam com as dos seres.

Em novembro de 1955, foi criado pelo MJ-12 um comitê de estudos para explorar os fatores envolvidos na criação e implementação de diplomacia estrangeira na era nuclear, segundo seu texto. Esse era mais um pretexto para se ocultar do público o assunto real que era tratado em suas reuniões, secretamente: a questão alienígena. Os primeiros encontros do grupo – de 35 integrantes que lidaria com o fato do rompimento com os extraterrestres, aconteceram logo em 1954 e foram chamados reuniões de Quântico, por terem acontecido na Base Naval de Quântico, na Virgínia. O Dr. Edward Teller foi convidado a participar.

O grupo de estudo foi encerrado publicamente em 1956, e pessoalmente por Henry Kissinger, que publicou os resultados dos esforços como sendo... de pesquisa na área de armas nucleares – o que justificaria tudo para a imprensa. Mas, é claro que o grupo continuou suas atividades, disfarçado e em segredo. A importância do trabalho desta comissão pode ser medida pelo comportamento de Kissinger, através de declarações de sua mulher e amigos. Muitos deles disseram que Kissinger deixava sua casa muito cedo, todos os dias, e que só retornava muito tarde da noite sem falar com ninguém. Essas declarações são muito reveladoras, pois o que a comissão descobriu sobre a presença dos seres extraterrestres e suas ações na Terra foi um enorme choque. Kissinger tinha definitivamente perdido sua conhecida compostura durante o tempo em que se envolveu nesses encontros, ao ponto de ter pedido o divórcio para sua mulher.

O principal resultado do estudo da comissão foi que o público não deveria ser informado sobre o assunto. O grupo acreditava que isso levaria a um colapso econômico, político, científico e religioso – e até pode levar a um pânico nacional, o que se transformaria em anarquia. O segredo sobre os ETs e todos os acordos e convênios firmados entre eles e os EUA, continuou.

Mas outro grande problema, e talvez o maior de todos, era que os extraterrestres estavam usando humanos e animais, para obterem informações sobre secreções glandulares, enzimas, secreções hormonais, sangue, etc, e estavam realizando horríveis experiências genéticas. Quando questionados a respeito, os seres explicaram que isto era necessário para sua sobrevivência, e declararam que sua estrutura genética havia se deteriorado, que tinham se tornado incapazes de se reproduzir. Afirmaram ainda que, se fossem incapazes de restabelecer sua estrutura genética, logo sua raça cessaria de existir.

Como antes, e devido à traição que recebemos, vimos essas explicações com extrema suspeita. Mas, uma vez que nossas armas eram ineficientes e inúteis contra tais criaturas e suas naves, o MJ-12 preferiu continuar com as relações diplomáticas a nível amigável com eles, até que fossemos capazes de desenvolver uma tecnologia que nos permitisse desafiá-los em bases de igualdade militar. Por causa dessa política, contatos e propostas teriam que ser feitas à União Soviética e outras nações da Terra, para que pudéssemos juntar forças para lutar (se preciso), pela sobrevivência da humanidade. Nesse meio tempo, foram desenvolvidos projetos para pesquisa e construção de duas armas novas, usando sistemas convencionais e tecnologia nuclear. Estes programas foram chamados de Projeto Joshua e Projeto Excalibur (termos em código): Joshua foi uma arma capturada dos alemães que, naquele tempo, era capaz de destruir chapas de até 4 polegadas e a uma distância de 2 milhas, usando a baixa freqüência e ondas de som. Acreditava-se que essa arma seria efetiva contra naves alienígenas.

Já Excalibur era uma arma carregada de mísseis que excediam 10.000 metros de altitude e não se desviavam de seu alvo mais do que 50 metros. Tinha capacidade de penetrar até 1.000m no solo em terreno de turfa duratal, qual o solo do Novo México, e levaria uma ogiva de 1 megaton, que se pretendia usar na destruição das bases alienígenas subterrâneas. Joshua foi desenvolvida com sucesso, mas nunca foi usada. Excalibur nunca foi levada avante até alguns anos atrás. Agora há um esforço nunca visto para desenvolvê-la.

Os acontecimentos tidos como religiosos, como em Fátima no começo do século, foram pesquisados pela equipe do MJ-12. Suspeitou-se que se tratava de uma manipulação alienígena e uma operação de espionagem foi colocada em ação para penetrar e descobrir o segredo. Os EUA usaram seus informantes no Vaticano, recrutados e educados durante a Segunda Guerra, e logo obtiveram um estudo completo inclusive sobre a Profecia de Fátima. Essa profecia declarava que se o homem não se afastasse do demônio e se colocasse aos pés de Cristo, o planeta se autodestruiria, e os fatos descritos no Livro das Revelações realmente iriam acontecer. Segundo os EUA descobriram através de seus agentes infiltrados e a partir de segredos que estão sendo mantidos pelo Vaticano que, como no caso dos americanos, eram escondidos do público existe uma parte do texto que diz o seguinte: Uma criança nasceria e uniria o mundo com um plano para a paz mundial e uma falsa religião começaria em 1992. Em 1995, o povo terrestre descobriria que a criança seria, na verdade, filho do demônio e com isso seria considerado o Anti-Cristo”.

As descobertas afirmavam mais catástrofes: A Terceira Guerra Mundial começaria no Oriente Médio, em 1995, com a invasão de Israel pelas Nações Árabes Unidas, usando armas convencionais que culminariam em 1999, com um holocausto nuclear. Entre 1999 e 2003, a maioria da vida nesse planeta sofreria horrivelmente e, como conseqüência, morreria. A volta de Cristo, ocorreria em 2011.

Quando os alienígenas ainda sendo tratados como amigos, foram questionados sobre estas descobertas, confirmaram sua veracidade e declararam ainda, que foram eles que haviam nos criado por meio de hibridação genética e afirmaram que haviam manipulado a raça humana através da religião, satanismo, feitiçaria, mágica e ocultismo. Para completar a quantidade missiva de revelações e choques, explicaram ainda aos seus interlocutores governamentais que são capazes de viajar no tempo e que os fatos estavam de acordo com o que viria acontecer. Mais tarde, com a exploração da tecnologia alienígena pelos norte-americanos e russos, usando-se viagem no tempo, confirmou-se a profecia e outras informações.

Num encontro nos dias seguintes, os seres mostraram, numa espécie de holograma, uma cena que afirmaram ser a real crucificação de Cristo. Isso teria sido filmado pelo governo. A situação ficou terrivelmente complicada para nosso lado. Como poderíamos saber se estavam falando a verdade?

Muitas foram as dúvidas surgidas, principalmente a nível subjetivo. Essas criaturas, segundo seus atos anteriores, poderiam estar usando nossa própria religião verdadeira para nos manipular? Ou foram eles, realmente, a origem de nossas religiões, com as quais tem nos manipulado todo o tempo? Ou, ainda, seria isso o começo do genuíno e esperado fim dos tempos e o retorno de Cristo, que foi predito na Bíblia? Ninguém sabe a resposta.

Em 1957 num congresso que reunia os maiores cientistas mundiais da época, chegou-se à conclusão de que a Terra se audodestruíria por volta do ano 2000, devido a sua superpopulação, e isso ocorreria sem dúvida sem a ajuda de Deus ou de seres extraterrestres. Através de ordens secretas, o presidente Eisenhower ordenou que os Jasons Scholars estudassem esse argumento e fizessem recomendações à respeito. Em seu estudo, não só confirmaram o que os cientistas disseram, como criaram o conjunto de planos chamados de Alternativas 1, 2 e 3. A Alternativa 1, consistia no uso de um dispositivo nuclear capaz de fazer um furo na estratosfera, através do qual o aquecimento e a poluição escapariam para o espaço, fazendo mudar as culturas humanas de seu caráter explorativo em culturas de proteção ambiental. Das três alternativas, essa foi considerada a menos desejada, devido a inerente natureza do homem e ao dano que as explosões nucleares causariam.

A Alternativa 2, consistia em construir uma vasta rede de cidades subterrâneas ligadas por túneis, nas quais uma representação selecionada de cada cultura da Terra seria escolhida para sobreviver e continuar a raça humana. O resto da humanidade seria deixada na superfície do planeta.

Já a Alternativa 3, era a mais espetacular de todas, e significava explorar a tecnologia dos seres extraterrestres hóspedes dos EUA e, também com o uso de tecnologia convencional, selecionar um grupo de pessoas para deixar a Terra e estabelecer colônias no espaço exterior. Não posso confirmar, mas com certeza não vou negar que tenham ocorrido despachos de grupos de escravos humanos ao espaço exterior, para serem usados no trabalho manual de construção de bases e estações. Para se ter uma idéia, a Lua chegou a receber o nome código de Adam para este projeto, e seria de interesse primário para sua execução, seguido de Marte, cujo nome código seria Eve. De qualquer maneira, como seriam ações demoradas, todas as 3 alternativas incluíam controle de natalidade, esterilizando mulheres, e a introdução de bactérias mortas (guerra biológica) para controlar ou tornar mais lento o crescimento populacional da Terra. A AIDS, segundo o que pude conhecer destes planos e seus executores, é apenas um dos resultados destes projetos. Há outros. Foi decidido pelos arquitetos biológicos governamentais, que a população deveria se reduzida e controlada, e isso visava livrar-nos dos elementos indesejáveis de nossa sociedade. Para se ter uma idéia da seriedade das propostas, as lideranças americanas e soviéticas conjuntamente, recusaram a Alternativa 1, mas ordenaram começar imediatamente as Alternativas 2 e 3, ao mesmo tempo.

As potências da época decidiram que uma forma eficiente de se conseguir fundos para o projeto relacionado aos seres alienígenas e suas bases eram outros programas obscuros, como o comércio ilegal de drogas. Um ambicioso membro do Conselho de Relações Exteriores, o então iniciante George Bush (então presidente dos EUA), foi convocado para desempenhar funções neste novo programa. Como trabalhava na empresa de petróleo Zapata, que estava testando uma nova tecnologia para perfurar poços à pouca distância da praia, Bush foi escolhido. Planejou-se que as drogas seriam despachadas da América do Sul até plataformas iguais às da Zapata em barcos de pesca, quando seriam então levadas ao continente através dos meios de transportes normais usados para carregar suprimentos e pessoal à plataforma. Bush concordou em ajudar e a organizar a operação em conjunto com a CIA. O plano funcionou melhor do que se supunha, chegando a ser expandido pelo mundo todo. Hoje, há muitos outros métodos de trazer drogas ilegais para dentro dos EUA. Se isso parece fantasia, devemos sempre ter em mente que foi George Bush quem começou a vender drogas para nossas crianças. A CIA agora controla todo o mercado mundial de drogas ilegais.

O programa espacial oficial dos EUA foi impulsionado pelo Presidente Kennedy, quando ordenou que o país pusesse um homem na Lua antes do fim da década. Mas este foi só o programa oficial. Um programa similar na União Soviética servia para o mesmo propósito. Na realidade, uma junta fornecida por ETs, EUA e uma delegação soviética, construíram uma base na Lua, antes mesmo que Kennedy desse sua famosa ordem. Além disso, muito antes dos êxitos espaciais dos EUA, em 22 de maio de 1962, um sonda espacial pousou em Marte e confirmou a existência de um ambiente que suportaria vida humana. Não muito tempo depois, foi iniciada a construção de uma colônia no planeta Marte. Hoje, existem cidades naquele planeta, habitadas especialmente por pessoas selecionadas de diferentes culturas da Terra. Para se camuflar toda a atividade espacial secreta, de ambos os lados da Cortina de Ferro, chegou a ser criada uma idéia de intensa concorrência entre Russos e Americanos, que foi mantida por todos esses anos em nome da defesa nacional de cada um dos países. Mas, na realidade, ambos são aliados.

Mas nem todo o segredo pode ser mantido para sempre. Em algum ponto de toda essa movimentação que se tentava ocultar tudo da liderança política dos EUA, Kennedy descobriu fatos em relação as drogas e aos alienígenas. Confirmando-os através de seus meios políticos, deu um ultimato ao MJ-12, em 1963, ameaçando seus integrantes se eles não esclarecessem o problema das drogas, ele mesmo o faria. Também informou ao MJ-12 sobre a intenção de revelar ao público americano e mundial, a presença dos seres extraterrestres. No ano seguinte, ordenou o desenvolvimento de um plano para complementar sua decisão. Como Kennedy não era membro do seletíssimo e obscuro Conselho de Relações Exteriores, nada sabia sobre programas Alternativas 2 e 3. Internacionalmente, as operações eram supervisionadas por um comitê executivo conhecido como Comitê Diplomático. Nos EUA, tais operações eram supervisionadas pelo próprio MJ-12 e, na União Soviética, por uma organização similar. A decisão de Kennedy em revelar o segredo, amedrontou os membros da chefia de cada um dos projetos em andamento. Assim, foi ordenado seu assassinato, decidido pelo próprio Comitê Diplomático. A ordem foi cumprida por agentes do MJ-12 em Dallas, no Texas, como é sabido.

O Presidente John F. Kennedy foi morto pelo agente que dirigia seu carro no desfile, e o ato, o momento do crime está plenamente claro no filme (acompanhe as atitudes do motorista, não as de Kennedy, quando assistir o filme). Todas as testemunhas que estavam perto do carro e viram o agente Willian Greer atirar em Kennedy, foram assassinadas até 2 anos após o acontecido. A Comissão Warren, criada para investigar as circunstâncias do assassinato de Kennedy, foi uma farsa. Os membros do Conselho de Relações Exteriores montou a maior parte de seu quadro participante, que conseguiu iludir o povo norte-americano. Muitos outros patriotas que tentaram revelar o segredo sobre os alienígenas também foram assassinados, no decorrer de dois anos.

Durante o início da exploração espacial norte-americana, todas as atividades realizadas pelos astronautas, desde a alunissagem a cada lançamento de um novo foguete, eram acompanhadas por naves alienígenas. A base lunar secreta Luna foi avistada e filmada pelos astronautas da Missão Apolo. Nas fotos feitas, aparecem cúpulas, cones, altas estruturas em círculos que parecem perfeitos silos, imensas naves em forma de T, usadas na mineração lunar que deixavam rastros na superfície do satélite, e pequenas naves extraterrestres. Essa era uma base conjunta das delegações norte-americana, russa e alienígena. O programa espacial em sua totalidade é uma farsa, um inacreditável esbanjamento de dinheiro, e a maioria dos astronautas da NASA, ficaram severamente abalados por suas experiências no espaço. Suas vidas e subsequentes estados mentais (quase todos ficaram insanos, ou místicos), refletem a profundidade e a importância da revelação da tamanho segredo e o efeito de se manter silêncio a todo custo.

Para tais astronautas, ou continuavam em silêncio sobre o que conheceram no espaço e na Lua, ou então, sofreriam a penalidade extrema imposta pelo governo. A morte não estava descartada. Mesmo assim, um astronauta furou o bloqueio e falou a um produtor de TV britânico sobre a Alternativa 3, confirmando muitas das alegações como verdadeiras (no livro Alternativa 003, o pseudônimo Bob Grodin foi usado no lugar do nome do astronauta). Questionado a respeito de seu paradeiro, o governo dos EUA declarou que ele havia cometido suicídio, em 1978.

Desde que nossa interação com os seres extraterrestres começou, temos adquirido uma quantidade de tecnologia que esta muito além de nossos mais fantásticos sonhos. Há uma nave ET chamada Aurora, baseada na área 51, por exemplo, que faz viagens regulares ao espaço. É uma nave de um único estágio, denominado TAV (Transatmospherie Vehicle, ou Veículo Trans-atmosférico), que pode decolar para órbitas elevadas, a partir do solo, e retornar com sua própria força impulsiva, necessitando apenas 7 milhas. Temos, também, uma nave alienígena impulsionada por energia atômica na área S-4, no Estado de Nevada. Nossos pilotos têm feito vôos interplanetários nestas naves, estiveram na Lua, em Marte e também noutros planetas. Aliás, sobre a Lua, os governos que já colocaram máquinas e homens em sua superfície tem mentido descaradamente sobre sua verdadeira natureza (assim como sobre Marte e Vênus) e tem mentido sobre o real estado de nossa atual tecnologia.

Existem áreas na Lua onde plantas crescem e até mesmo mudam de cor conforme as estações do ano lunar. Esse efeito ocorre porque a Lua, ao contrário do que declaram os governos, não apresenta sempre o mesmo lado à Terra e ao Sol. Há uma área que oscila dentro e fora do lado escuro da Lua ao fluxo de suas estações, na qual a vida vegetal cresce. A Lua tem alguns lagos e represas feitos pelo homem e, em sua superfície, nuvens foram observadas e filmadas. Além disso, a Lua possui um campo gravitacional suficiente para permitir ao homem caminhar sobre sua superfície, sem roupas pressurizadas como as dos astronautas. Eu vi as fotos destas paisagens e algumas delas foram publicadas no livro Nós Descobrimos Bases Alienígenas na Lua, de Fred Stecking.

Em 1969, irrompeu um confronto entre cientistas terrestres e os alienígenas baseados no laboratório subterrâneo de Dulce, no Novo México. Os seres chegaram a render muitos de nossos cientistas, mas as equipes Delta foram enviadas para libertar os reféns. Entretanto, não havia meio de competir contra as armas alienígenas; mesmo com a ação especializada dos Deltas, 66 dos nossos homens morreram durante a ação. Como resultado do confronto, retiramo-nos de todos os projetos conjuntos com ETs por pelo menos dois anos, até 1971. A reconciliação aconteceu bem mais tarde e, mais uma vez começamos a trabalhar juntos. Hoje, a aliança continua.

Quando houve o escândalo Watergate, o presidente Nixon chegou a acreditar que poderia sobreviver a situação e não receber o impeachment, pois concluiu que um inquérito deste tipo abriria os arquivos do governo e exporia o segredo dos ETs ao público, o que não era do interesse do MJ-12. Assim o grupo ordenou a Nixon que se demitisse. Ele se recusou e, com isso houve o primeiro golpe militar dos EUA, a junta de Chefes do Staff enviou uma mensagem ultra-secreta aos comandantes de todas as forças militares norte-americanas em todo o mundo, com o seguinte conteúdo específico: Após o recebimento desta mensagem, nenhum oficial dos EUA, poderia executar qualquer ordem proveniente da Casa Branca.

Essa mensagem foi enviada durante 5 dias seguidos, até que Nixon cedesse e anunciasse publicamente sua renúncia. Como oficial dos EUA, eu vi pessoalmente essa mensagem e, quando perguntei ao meu comandante o que ele faria a respeito, já que obviamente a ordem violava a Constituição norte-americana, ele me respondeu: Aguardarei para ver se chega alguma ordem da Casa Branca e, então decidirei. Não vi nenhuma comunicação da Casa Branca ser recebida, mas isso não significa que não tenha havido nenhuma ordem.

Durante todos os anos em que esta situação tem acontecido, o Congresso e o povo dos EUA parecem saber instintivamente que algo está errado. Quando o escândalo de Watergate emergiu, o povo pressionou as instituições de segurança, defesa e inteligência (espionagem) e achou que, desta vez elas seriam Limpas. O presidente Ford chegou a organizar a famosa Comissão Rockfeller para fazer este trabalho. Pelo menos, foi o que se pensou... Seu propósito real, no entanto, era fazer o Congresso recuar e manter intacto o acobertamento dos fatos, tal como sempre havia sido feito, com Nixon ou Ford, com Watergate ou sem Watergate. Para se ter uma idéia, foi Nelson Rockfeller quem encabeçou a comissão de investigação sobre a comunidade de informação, pois era membro do Conselho de Relações Exteriores. Oras, como poderia esclarecer os fatos ao público se foi ele próprio uma das principais lideranças que ajudaram Eisenhower a construir a poderosa estrutura do MJ-12?... Ele promoveu a divulgação de apenas uns poucos fatos secundários, sem importância, e jogou alguns ossos para aquietar o Congresso. Tudo o que era realmente segredo, continuou assim, como e é até hoje. Aliás, muitas outras tentativas posteriores de se desmascarar o governo foram tentadas, como no caso Iran-Contras, no caso do contrabando de drogas para financiar guerrilhas e noutros casos mais monstruosos, mas nada abalou sua estrutura e o acobertamento continua. Em algumas circunstâncias, as evidências eram tamanhas, que me questionava se o Congresso dos EUA sabia das coisas e tinha medo de agir, ou se seus integrantes estavam escalados para irem para Marte se a Terra se destruir.

Um plano maquiavélico chegou a ser formulado pelo MJ-12, com a finalidade de colocar fora de ação qualquer pessoa externa aos seus circuitos e que se aproximasse demais da verdade. Há muitas diferenças entre as linhas operacionais de cada setor, e o Majestic-12, passou a ser o plano fundamental. Hoje sei que o mesmo tem sua atenção voltada para a América do Sul, mais especialmente sobre o continente brasileiro, motivo o qual é mantido sob a mais estrita confidência, visto ter sido pedido pelo nosso hóspede, Sua Majestade Krill.

Aliás, os primeiros rumores sobre o Majestic-12, ou sobre a sigla MJ-12, que é bem mais antiga, foram apresentados pelos pesquisadores Willian B. Moore, Jaimie Shandera e Stanton T. Friedman, todos considerados experts em Ufologia Política nos EUA. Segundo tais ufólogos, o pretensamente genuíno documento que determina a criação do Majestic-12 é um documento de informação ao então presidente Eisenhower. O documento, no entanto, é uma fraude. O número a ordem = 092447, que aparece no documento, não existe e não existirá por longo tempo, no atual estágio do governo.

Truman escreveu ordens executivas que tinham base na casa de 9.000; Eisenhower, na casa dos 10.000; Ford, na casa de 11.000; e Reagan foi só até 12.000. As ordens executivas são numeradas construtivamente, não importando quem ocupe a Casa Branca ou se são confidências, secretas ou ultra-secretas. Isso se dá por razões de continuidade, conservação de arquivo e para prevenir confusões. Assim, o número = 092447 não pode existir e a ordem executiva é apenas umas das muitas falhas contidas dentro daquele documento. Mas ao que parece, o trio de pesquisadores preferiram desconhecer este fato e agirem de má fé, foram usados pela máquina de desinformação do MJ-12. Explicação: como são respeitadíssimos nos EUA e em todo o mundo, e como haviam outros pesquisadores investigando fatos muito próximos da verdade, os agentes do MJ-12 fizeram com que o trio plantasse informações que eles mesmos divulgaram como exclusivas. Se a princípio, se mostravam como fantásticas revelações, logo se descobria serem fraudes. O próprio Fundo para Pesquisas de UFOs”, uma organização séria dos EUA, doou US$ 16.000 dólares para Friedman pesquisar tais fatos, o que levou ao gasto de muitas horas de trabalho na procura de informações no caminho errado. Se alguém duvida da habilidade dos governos secretos para despistes, é bom pensar melhor.

Outro plano secreto, que está em vigor até hoje, trabalha com o conjunto da Sociedade, preparando a população para uma eventual confrontação com raças alienígenas. Estamos sendo bombardeados com filmes, emissões de rádios, publicidade e documentários de TV descrevendo cada aspecto da verdadeira natureza da presença alienígena. Isso inclui passar à população uma idéia do bom e do mau em toda a questão extraterrestre. Os alienígenas estão planejando tornar sua presença na Terra conhecida, e os governos preparam a população para que não haja pânico. O trabalho do MJ-12 envolve uma quantidade de pessoas e organizações, todas usadas para se atingir um objetivo básico: esconder a verdade do público. Assim, alguns nomes da Ufologia norte-americana e mundial, hoje respeitadíssimos, são na verdade, porta-vozes implantados pelo governo secreto. Por exemplo: Phil Klass, nome expoente em questões ufológicas, não como pesquisador, mas como cético ou desmistificador, é um agente da CIA e figurou em todos os documentos que vi entre 1970 e 1973. Um de seus serviços, como especialista em aviação, era fornecer explicações para fenômenos ufológicos, e é claro, explicações convenientes, contra os UFOs! Todos os comandantes militares dos EUA foram instruídos para usar sua vasta experiência no momento de explicar contatos ou observações de UFOs ao público e a imprensa.

Willian Moore, Jaimie Shandera e Stanton Friedman, grandes nomes da Ufologia norte-americana, respeitadíssimos por seus trabalhos de pesquisas, são agentes secretos do governo, em vez de voluntários à procura de provas (consciente ou inconscientemente). Gostaria de pensar que Friedman estivesse trabalhando inconscientemente para o governo, como que sendo usado pelo MJ-12 apesar de servir-se de uma identidade do Serviço de Investigação dos EUA. Além disso, Friedman contou-me, pessoalmente e a muitos outros colegas que, anos atrás, havia ajudado a desenvolver um reator nuclear para equipar uma aeronave do tamanho de uma bola de basquete, impulsionado a hidrogênio e que funcionava como um sonho, segundo suas próprias palavras. Como é fácil de se ver, o único fluído que poderia entrar em tal engenho e produzir hidrogênio como um subproduto é a água e é isso, precisamente, o modelo de funcionamento das naves alienígenas: energia nuclear e água. Nos documentos que vi, entre 1970 e 1973, haviam vários nomes de pessoas que estavam para serem recrutadas pelo Majestic-12. Eram todas pessoas conhecidas e respeitadas pela sociedade. Entre elas estava relacionado o nome do físico Buck Maccabbe e de Friedman e Moore. Porém não sei com exatidão se tais recrutamentos aconteceram ou não. Os últimos acontecimentos não parecem indicar que Maccabbe esteja envolvido, mas as ações de Friedman e Moore são altamente suspeitas.

Além disso, todas as maiores organizações de pesquisas de UFOs, são alvos de infiltrações e estão sujeitas ao controle do governo secreto, assim como o NICAP – uma das mais sérias entidades do gênero – foi infiltrada e controlada. E é muito possível que as maiores publicações sobre UFOs também sejam controladas. O MJ-12 continua em atividade até hoje e deverá existir ainda por muito tempo. Enquanto isso, pessoas inocentes continuam a sofrer horrores indescritíveis nas mãos dos alienígenas e dos cientistas humanos, engajados em pesquisa tão bárbara que fazem com que os nazistas pareçam crianças de escola dominical. Como se não fosse o bastante, muitas pessoas terminam verdadeiramente como alimento para tais alienígenas e seu insaciável apetite por enzimas biológicas, glândulas, secreções hormonais e sangue. Muitas pessoas são raptadas e sentenciadas a viver o resto de suas vidas com temores físicos e psicológicos. Nos documentos secretos que vi, de cada 40 humanos terrestres, 1 tinha sido implantado com dispositivos eletrônicos minúsculos, principalmente no cérebro. O propósito disso jamais descobri, mas soube também através de documentos, que o governo acredita que os extraterrestres estão montando um exército de humanos implantados que podem ser ativados e lançados contra nós, a qualquer tempo.

Após a exposição de todas estas informações, algumas conclusões são inevitáveis:

A estimativa do governo secreto acredita que por causa de nossa própria ignorância ou por dogma divino, o planeta Terra se auto-destruirá dentro de algum tempo. Os homens que integram esta estrutura acreditam sinceramente que estão fazendo a coisa certa em sua tentativa de salvar a raça humana, mas é terrivelmente irônico que tenham sido forçados a ter como parceiros, uma raça alienígena que, identicamente está engajada num monumental esforço para sobreviver. Muitos compromissos legais e morais tem sido feitos nesse esforço conjunto. Alguns foram calçados no erro e devem ser corrigidos, e seus responsáveis penalizados.

Estamos sendo manipulados por uma força conjunta de humanos e alienígenas, cuja estrutura de comando resultara numa escravidão parcial da raça humana. Devemos usar todo e qualquer meio disponível para impedir que isso aconteça. O governo, no entanto, parece estar impotente para impor sua força a estes seres. Algo muito além de nossa imaginação está acontecendo, e vai além de nossa capacidade de compreensão. Devemos arrancar a verdade o obrigar a divulgação de todos os fatos. É preciso descobrir a verdade a qualquer custo, pois, como habitantes deste planeta, nós certamente merecemos.

Procurei, apresentando estas informações, mostrar a verdade como eu a conheci a partir de inúmeros documentos oficiais ultra-secretos a que tive acesso. Estou cumprindo meu dever de cidadão e de cristão, porque acredito na Constituição dos EUA, escrita e destinada para funcionar como um farol da democracia no mundo civilizado. Prestei meu juramento como oficial dos EUA, comprometendo-me a proteger e defender essa Constituição contra todos os inimigos estrangeiros e internos de meu país. E pretendo cumpri-lo. Obrigado.

Milton Willian Cooper.

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