quarta-feira, 4 de junho de 2008

As 22 Delegações Estelares na Terra: O Projeto Terra

AS 22 DELEGAÇÕES ESTELARES NA TERRA: O PROJETO TERRA

Após muitas guerras e conflitos resultantes das distintas etapas culturais dentro de Órion, em especial no quadrante de Rigel, Medes, Capela e El Nyat, além dos confrontos contra as delegações das Três Marias. Após uma etapa onde a Confederação interveio e foi possível desenvolver uma negociação mais ampla e promissora, ao invés da guerra arrasadora, muitas culturas, já tinham percebido que a guerra sangrenta não era a melhor solução, rendendo-se as novas negociações e a compartilharem com a Federação os projetos de pacificação e trocas culturais, o que antes tinha sido considerado uma fraqueza por parte da lavagem cerebral que foi inserida dentro de cada cultura dos pontos mais vulneráveis dessas alianças. A Terra como parte do território operacional de Sírius, estava sendo colonizada por diversos grupos estelares, muitos que tinham fugido das questões políticas e sociais referentes aos confrontos ideológicos e consciênciais. Assim muitas colônias na Terra que estavam presentes desde os últimos 857 mil anos em nossa contagem passaram pelas situações mais amargas e duras desse conflito estelar. Outras residentes a cerca de 1,3 milhões de anos já estavam bem mais estáveis e atuando em esferas entre a 3ª e 4ª dimensão, efetuando sua conexão com os Mestres da fraternidade branca, servindo inclusive de recepcionistas a novas delegações. Também existiam aqueles que procuravam se isolar em territórios mais afastados ou em cidades intraterrenas para se livrarem da ação dos grupos rebeldes e mais agressivos.

Também um grande número de exilados já tinha chegado a Terra desde épocas remotas, onde os ciclos cósmicos terrestres, já os tinham purificado ou desterrado conforme as novas energias cósmicas iam se acoplando para elevar a Terra para novas etapas. Com relação a raças exiladas, existiram muitas antes dos tempos conhecidos, muitas delas referentes a vinda de Sanat Kumara para a Terra a cerca de 18,6 milhões de anos em nossa contagem, quando uma grande delegação de exilados de diversos mundos rebeldes ligados as atuações nocivas de satã e Tolak desenvolveram graves alterações consciênciais dentro das limitações de VEGA, LIRA, REGULUS, CAPELA, ANDISSA, PROCYON GAMA, SIRIUS KAPA, AGENA5, MALDEK 2, RIGEL 7 e ORION 13, mundos onde a taxa de dualidade e agressividade e índole destrutiva foram além dos valores permissíveis, ameaçando destruir mundos inteiros, em diversos setores desses sistemas, o que os fez serem colocados a disposição pelas suas sociedades e em muitos casos pelo Conselho Cármico dos Anciões de Dias de Salvingtón. Assim a Terra e outros mundos em equivalência receberam parte desses exilados para um novo processo de reciclagem consciêncial, o que levou a uma sangrenta era na Terra, exigindo a tomada de medidas de segurança para não destruírem a Terra. Assim Sanat Kumara veio para a Terra para ancorar a egregore Cristica e inserir um tribunal Cármico ligado as mais altas esferas, preservando a Terra da possível e inevitável destruição que estava sendo plasmada pelas almas destoante dentro dela. Esse processo foi sendo gradualmente burilado e transmutado no decorrer das etapas de tempo e encarnacionais de mais de 15 bilhões de almas entre as 7 infradimensões do Umbral e a nossa 4ª dimensão do astral. As etapas seguintes referentes às novas raças exiladas e residuais da Terra foram gradualmente sustentadas em cerca de 12 civilizações que se elevaram e muitas se perderam em suas auto-destruições e complicações psíquicas. O contexto ligado mais a nossa atual civilização e seus problemas cármicos, esta relacionado às ultimas raças estelares e os processos que temos gradualmente narrado. As interferências e saldos residuais das outras civilizações anteriores ocorreram de forma acentuada quando a chegada dos novos exilados foi ancorada, mas um processo ligado as pendências e heranças genéticas e psíquicas das antigas raças.

Um dado interessante, é que a maior parte das delegações exiladas referentes ao nosso contexto, eram descendentes reincidentes das antigas raças rebeldes que já tinham descambado para o lado da perversidade e movimentos anti-cristicos criando uma grande guerra estelar de grandes proporções a mais de 20 milhões de anos, que por sua vez eram o saldo e micróbio residual de uma antiga e lendária revolução consciêncial que Anhotak criou a mais de 2,6 bilhões de anos dentro de Draconia, tendo seus efeitos diretos em Rigel e inserindo um arquétipo negativo no DNA das raças draconianas, que abordamos no Confederação 2, que foi detalhadamente projetada por Satã a mais de 10,3 bilhões de anos, quando ele assumiu como Lanonadek Secundário abaixo da liderança de Lúcifer e passou gradualmente a manipular e desvirtuar os registros akáshicos e genéticos dos Dracos e das primeiras raças humanas ancoradas dentro de Satânica, que por sua vez eram a raça humana Liriana e Veganiana. Mas as raças que deram continuidade a grande diversidade genética na Terra, que chegaram a cerca de 857 mil anos e algumas a 1,3 milhões de anos, tem relação direta com muitos aspectos das 22 raças que fundamentaram a 2ª, 3ª e 4ª Raça Raiz que muitos escritores tem revelado. Na verdade eram cerca de 37 delegações residentes desde então na Terra, passando por processos interessantes de remodelação e ajustagem consciêncial, após seu exílio ou fuga dos conflitos sociais que não tinham conseguido resolver. Assim entre exilados por decreto e refugiados, existia uma tênue nuvem de valores, mas muitas questões em jogo de egos e disputas residuais que nunca tinham sido resolvidas, por esse motivo muitas dessas delegações eram inimigas ou pouco simpatizantes entre si, o que criava novamente uma linha de concorrência e separatismo, que foi identificado pelas raças residentes da Terra, que por sua vez, eram resíduos das raças terrestres antigas, que já tinham se elevado para dimensões mais sutis, tendo ficado um saldo residual com maior densidade e mais primitivas, que passaram a ser trabalhadas pela engenharia genética com novas raças e símios dos planetas originários dos novos exilados ou refugiados, o que consolidou uma nova etapa genética e de pesquisas no que se referia a criar novas raças humanas, vegetais e animais.
Isso deu origem a uma nova serie de animais e plantas em nosso mundo, que eram na verdade parte do projeto da famosa biblioteca viva, que os pleiadianos tanto falam, através dos livros de bárbara maresiniack, que exploram bem esse assunto, pois os pleiadianos também estavam inseridos nesse contexto. Isso correu pelo fato de tantas delegações estarem exiladas ou mesmo escondidas na Terra, queriam restaurar parte da egregore de seus mundos natais, procurando assim reproduzir a fauna, flora e animais de estimação que eles possuíam em seus mundos, inserindo uma infinidade de novas ramificações evolutivas dentro da natureza terrestre, o que exige tempo e muita paciência e perfeição, para poder integrar novas raças dentro de uma nova relação climática e geológica, onde muitas adaptações tiveram que ser criadas para permitir o sucesso do projeto. Aos poucos a Terra foi se tornando uma arca de Noé ambulante, onde centenas de animais e plantas foram artificialmente criadas e reproduzindo outros planetas, o que configura o aspecto de biblioteca viva, mas no que diz respeito às raças humanas, outro fator foi interessante. Algumas delegações estelares praticavam a escravidão, e desenvolveram novas formas humanóides, para servirem de escravos e pesquisas para guerreiros descartáveis em uma eventual revanche contra a Federação e em mundos que tinham perdido a força de vigilância da Federação, buscando assim darem continuidade às disputas políticas.

Outra parcela do processo foi referente às almas que passaram a encarnar na Terra, devido ao exílio, o que complicou bastante a ação nefasta desses grupos em suas pesquisas genéticas, pois esses novos seres humanos adaptados, tinham uma inteligência e uma herança consciêncial proveniente dos próprios criadores geneticistas, recriando assim os defeitos e índole, o que eles não tinham previsto, perdendo o controle sobre suas criações, que eram rebeldes por natureza, assim como o criador direto no aspecto genético e moral. Assim a Terra foi dividida em territórios e por delegações, cada qual procurou taxar sua propriedade e metas de respeito para com o outro, incluindo sobre as pesquisas e manipulações genéticas. Isso foi sendo gradualmente inserido à medida que novos grupos chegavam a Terra, o que em algumas situações gerou novos conflitos, e disputas pelas localidades, que ofereciam maiores recursos naturais e minerais.
Com o tempo a Federação e outras delegações dentro de seus pactos, procuraram convencer todas as delegações existentes na Terra, a aceitarem um projeto de unificação e neutralidade consciêncial, para criarem na Terra um centro neutro onde cada delegação poderia se ajudar mutuamente na criação de um porto estelar ou entre posto comercial sem fronteiras, a exemplo do que tinha sido feito em capela e Medissa, mas com maior flexibilidade e sem intrigas, uma nova tentativa para restabelecer a paz e negociação entre todas as raças, que outrora tinham sido inimigas mortais.
O projeto demorou muito a ser considerado valido, mas com o aumento das pressões políticas, acabou sendo gradualmente aceito, e foram 22 raças em especial que aceitaram de forma mais objetiva traçar metas, e paradigmas para esse novo projeto e a verificação das vantagens que isso poderia significar no futuro. As outras raças que não concordaram em participar desse conglomerado continuaram a sua trajetória, mas de certa forma acabaram participando indiretamente do processo de globalização cultural e genética na Terra, onde muitas raças de animais, plantas e símios, foram retrabalhados ou absorvidos pelo projeto para um melhor rendimento e manifestação dentro dos novos planos e conquistas cientificas conjuminadas do grupo formado. Esse projeto perante a Federação e outros grupos foi bem aceito e gradualmente estudado por diversos grupos que tinham de certa maneira confrontado e também dado suporte a grande rebelião, ou seja, em outras palavras, as forças por de traz dos bastidores, estavam de olho no que estava sendo plasmado na Terra, cada qual de olho naquilo que poderia aproveitar ou absorver direta ou indiretamente do novo plano, que na verdade tinha a mão sutil da Confederação que sabia muito bem o que iria ocorrer dentro do fluxo temporal e dimensional.

Mas as delegações de Anhotak não tinham completa noção do que estava para ser realmente desenvolvido, com a grande mistura de DNA dessas raças, que na verdade envolviam cerca de 315 raças estelares, muitas inclusive de Andrômeda e diversos sistemas dentro dessa galáxia vizinha. Também estavam presentes algumas delegações de Shinkara de onde Shtareer é proveniente em uma de suas linhas evolutivas. Assim a Terra estava se configurando em um novo centro de criação da alma, sem que as próprias almas e os poderosos percebessem o que estava sendo ancorado. O projeto terra, realmente previa a transmutação consciêncial através da mistura genética de todas as raças guerreiras e rebeldes, que tinham ancorado o maior grau de dualidade e negatividade em seus experimentos, para gradualmente fazer a alma transmutar isso dentro do processo encarnacional e consciêncial que isso gera dentro de cada experiência vivida.

O Projeto Terra previa também a restauração da tecnologia dos Portais Estelares, sustentados pelo sistema de Pirâmides em cada planeta do anel interno do Sistema Solar, que inclui, Marte, Vênus, Terra e Júpiter, criando assim uma nova tecnologia perdida na linha do tempo pela maioria das delegações exiladas na Terra, que buscavam há muito tempo restaurar esse tipo de ciência e tecnologia, que tinha pertencido às antigas raças fundadoras, que na época residiam nas dimensões mais elevadas, como os Canopeanos, Sirianos de Alfa Sírius, Arcturianos e outras dentro dessa linha mais sutil e harmônica. Na verdade as delegações físicas até a densidade de 5ª dimensão, ainda não tinham sublimado muitos defeitos, o que os distanciava em muito desses conhecimentos para abrir tais Portais, por esse motivo à unificação e colaboração do conjunto de raças e suas tecnologias, poderia restaurar tal conhecimento e técnicas para operar o conjunto de energias e a matemática sagrada do conjunto de pirâmides que eles queriam estabilizar dentro do seu projeto.
Eram diversos projetos além dos Portais, uns estavam ligados à genética, outros a viagens no tempo e portais dimensionais através do som, além de estudos sociais e arqueológicos nos planetas do sistema solar, para efetuar a ponte histórica das raças fundadoras de cada planeta em diferentes escalas de tempo, que tinham padrões em comum com as lendárias raças estelares ou fundadores, que tinham dado origem às raças de cada planeta do qual eles tinham estado antes ou mesmo eram descendentes. A verdadeira linha evolucionaria racial da galáxia estava perdida e as novas raças não sabiam na verdade a sua real origem e procedência dentro da escala de colonização dos fundadores, pois a vida tinha se prolifera em paralelo em muitos planetas, confundindo assim o por que de tantas raças similares em distintos planetas e em distancias bem longas, colocando um véu sobre o ponto real de cada raça e sua origem dentro de uma linha cronológica e posicionamento gráfico na galáxia. Muito se falava de um mundo original na qual a raça draconiana, humana e outras tiveram seu ponto de partida, mas esses mundos lendários, nunca tinham sido localizados pelas distintas raças e pesquisadores, dentro de sua busca e navegação pelo espaço, onde até o presente momento existem naves vagando perdidas ao longo dos emaranhados da Via Láctea em busca desses mundos sagrados.
No contexto da Federação em Draconia surgiu o padrão draco, mas ele veio de outra galáxia externa, assim como a raça humana, que apesar de ter sido implantada em Lira, ela é proveniente de outra dimensão extragaláctica. Assim a busca tem sido em vão para muitas dessas delegações, mas serviu para traçar uma linha cronológica e seqüencial de planetas e sistemas que foram visitados. Mas o que mais deixou esses grupos confusos é o fato que muitas raças existiam em paralelo em sistemas com mais de 3 mil anos luz de distancia, comprovando a ação direta de seres extrafísicos, que foram denominados por muitas raças de forma independente como os ELOHINS, o que por sua vez configura a existência de uma inteligência maior invisível, além da referente realidade encarnacional que cada qual empreendeu em seu jogo pessoal pelo poder e pela dualidade. Os registros encontrados na Terra em cavernas e antigas cidades subterrâneas ligadas a antigos processos glaciais e polares, foram também um achado surpreendente para essas novas raças na Terra, que encontraram parentes e antigas naves lendárias de suas delegações anteriores, que tinham sido consideradas perdidas, por terem entrado em Buracos negros ou em Fendas dimensionais em Rigel, Três Marias e outros setores, que por muitas vezes representaram pontos de confronto. Isso demonstrava que essas fendas e portais levavam a viagens pelo tempo e pelo espaço. Seus cálculos apontavam para deslocamentos temporais da ordem de mais de 5 milhões de anos em alguns casos, o que era um achado impressionante, colocando neles uma grande pergunta, por que irem para a Terra e não voltarem para seus mundos originais e de lá acelerarem o processo evolutivo, a questão eram as realidades paralelas e o medo de terem intervido na evolução cronológica. Muitas pesquisas e hipóteses surgiram dessas constatações de naves terem regredido no tempo e não querido interferir no processo evolutivo de suas raças em seus mundos natais.
Os registros encontrados em cada uma dessas naves e delegações perdidas no tempo foram interessantes e deram uma grande alavancada na compreensão evolutiva e nas novas impressões sobre o deslocamento temporal e seus efeitos sobre a consciência biológica. Também foram encontrados registros de raças que deixaram a fisicalidade até a 5ª dimensão a mais de 15 milhões de anos, residentes em grandes bases a cerca de 47 Km de profundidade nas calotas polares, deixando uma alta tecnologia a base de silício e cristais, que tem relação com raças perdidas e lendárias de Canopus e Andrômeda, que deram sustentação a Alfa-Sírius e desta para as novas raças que ajudaram a fundamentar a Federação como os Nodianos. Assim a questão terrestre no que diz respeito a pesquisas e novidades referentes a antigas civilizações perdidas foi uma pesquisa interessante que deixou diversos grupos profundamente interessados, o que os deixou um pouco a margem das disputas de poder e concorrência com os grupos mais ativos nesse contexto.
A importância dessas descobertas colocou em evidencia que toda a constelação de Satânia e provavelmente toda a galáxia é na verdade, uma gigantesca biblioteca viva, relativa e milhares de etapas evolutivas e seqüenciais de raças e egregores que encarnaram e deram a sua contribuição para estabelecer parâmetros evolutivos de milhares de raças. Esses conceitos ajudaram a burilar muitos aspectos em algumas delegações mais equilibradas, que acabaram contatando a Confederação de forma direta e a Fraternidade Branca para gradualmente se libertarem dos falsos conceitos e valores, que ainda estavam presentes na politicagem da Federação e de seus dirigentes, que por muitas questões não eram confiáveis. Assim a ponte com a Confederação Cristica foi estabelecida e ancorada para dar respaldo ao projeto de amadurecimento dentro do projeto Terra, que é uma extensão direta do projeto da Via Láctea dentro das altas esferas de Salvingtón e Nebadon, onde as equipes mais elevadas do universo TETA e mais além plasmaram para a evolução e burilamento da alma e aperfeiçoamento do EU SOU em cada etapa consciêncial que temos para que nos tornemos Co Criadores em perfeição com a fonte Cristica universal, aprendendo a burilar a nossa dualidade dentro de cada etapa psíquica e emocional com as realidades que cada um plasmou e configurou em sua etapa pessoal dentro de seus programas e experiências. A Terra é o reflexo de um projeto maior de ordem galáctica, onde milhares de raças e culturas tem que se manifestar e consagrar em distintas etapas de percepção sobre a própria existência e dualidade em cada etapa onde a polaridade dos pensamentos e sentimentos tem que se expressar gradualmente na pesquisa sobre a mestria de cada alma em suas etapas evolucionarias e compreensão da herança criadora do Pai-Mãe universal a que cada um na criação tem direito, mas que exige etapas longas de preparação e aprimoramento para serem compreendidas e realmente digeridas e colocadas em pratica dentro da lei do amor universal, a qual cada um de nos tem que caminhar e amadurecer em suas próprias escolhas e caminhadas pelos ciclos encarnacionais que sustentou. Assim a Terra acomodou diversas delegações estelares dentro de um plano arquétipo Divino de alta esfera onde as raças, dentro de um processo encarnacional holográfico, não perceberam como dentro de sua dualidade e questões políticas, estava na verdade caminhando para um burilamento consciêncial à medida que ocorriam as misturas raciais e genéticas, onde a alma teria que plasmar experiências. Inicialmente quando os acordos e negociações foram estabelecidos, algumas raças que não concordaram com tais parâmetros, se mantiveram isoladas em seus propósitos e em alguns casos, construíram suas cidades em fendas dimensionais isoladas da realidade terrena convencional, para assim não participarem das novas disputas, eram grupos que queriam ficar sozinhos e darem continuidade a sua forma consciêncial evolutiva e sem interferências externas. Muitas dessas raças atualmente se mantém em realidades paralelas e buscam ajudar a Federação ou fraternidade Branca para despertar da humanidade. Eles possuem centros terapêuticos e de estudos avançados, como na cidade de Erks em Córdoba na republica Argentina, além de outras em território Brasileiro em pontos estratégicos na Amazônia e Serra do Roncador, além de do sul do Brasil. Mas com relação aos grupos que participaram do projeto Terra, inicialmente os acordos foram cumpridos, uma nova linha consciêncial foi sendo trabalhada e muitos progressos foram alcançados pelas equipes em cada área que tinham se disposto a unirem seus esforços. Foi uma época muito promissora e contagiante de otimismo para muitos grupos, no entanto o espírito de competividade e desconfiança em alguns grupos ainda se mantinha em ritmo de espionagem e planos de sustentar vantagens para com os colegas.

Esse aspecto acabou com o tempo levando a desfragmentação do projeto e de novos conflitos, que por sua vez tinham a presença sórdida de lideres rebeldes exilados que estavam plasmados em esferas de 4ª, 5ª e 6ª dimensão, que estavam aplicando uma insubordinação e conquistando a Caligasto, que era o príncipe planetário da Terra, que começou a simpatizar com Satã e Toalk nas questões políticas e de poder, o que gradualmente interagiu nos planos do Projeto Terra e começou a confrontar a fraternidade Branca em muitos aspectos, ajudando a que fossem criadas falsas religiões e desvios das tradições santas de muitas raças. Satã e Toalk acabaram chegando a Terra e deram inicio a uma rotina de alterações e novas propostas, que colocaram em cheque todas as negociações e planos de fazerem da Terra um entreposto aberto e fraternal entre todas as raças do conjunto e das outras que chegassem a Terra, colocando assim um fim as disputas de poder dos diversos grupos, que mesmo com o fim da rebelião, ainda ficavam os resquícios e muitos aspectos a serem gradualmente amenizados e harmonizados pelo tempo e pelo convívio dentro de uma linha mais pacifica. Esse processo foi gradualmente sendo rompido e degenerado pelas lideranças Draconianas e anti-crísticas que estavam residindo na Terra, onde cada uma das raças presentes de alguma forma contribuiu para o fim do projeto, pois as disputas acabaram sendo novamente radicalizadas e guerras desenvolveram-se em grande envergadura sobre o solo terrestre, como contam nossas lendas sobre as guerras entre os deuses e entre homens e deuses.

Assim os conflitos antes existentes no orbe de Órion e Sírius, acabaram sendo cristalizados e ancorados na terra, depois de muitos anos de tentativas e acordos, que foram frustrados pelos lideres Rebeldes. Coligados a Anhotak da galáxia de Arconis. O ciclo interno de rebeldia e dualidade se repetia dentro do coração e da consciência de milhares de representantes dos diversos grupos estelares, o que mais uma vez inviabilizava a descoberta da tecnologia dos Portais Estelar via as Pirâmides planetárias, e o que os distanciava ainda mais da ativação dos Portais Cósmicos alinhados pelas estrelas em determinadas coordenadas estelares, onde as antigas raças já ascensionadas, colocaram estrelas em tal alinhamento, que com suas energias gravitacionais e de luz, transportavam naves e planetas de uma galáxia a outra além de poderem acessar outros Superuniversos. Esses Portais são utilizados pelas raças ligadas as mais altas esferas já no limite do processo encarnacional, na esfera dimensional de 6,7 pra cima, o que coloca poucas raças dentro de tal tecnologia. Normalmente são os Merkabas e irmãos de 7ª dimensão que utilizam esse tipo de tecnologia que está a milhares de anos a nossa frente e de muitos irmãos extraterrestres que se manifestam na Terra.

A intenção de se apoderarem da tecnologia dos Portais caiu por terra quando as novas manipulações e espionagem foram detectadas, afastando-os do propósito original de paz e mutua colaboração. Muitas lideranças da própria Federação acharam perigoso adquirir esse tipo de tecnologia com a falta de maturidade existente, o que colocaria a galáxia e outras em riscos desnecessários devido à imprudência e infantilidade pelo poder de muitos líderes, assim esses líderes ligados ao contato direto com a Confederação e com as Fraternidades Espirituais, acabaram por desativar tais projetos e desviar a atenção para outras coisas mais importantes e deixar arquivados os estudos e tecnologias referentes aos portais, até que uma nova ordem social e moral fosse estabelecida dentro dos acontecimentos que estavam sendo vislumbrados no contexto cósmico. O fracasso do projeto Terra dentro da ótica sideral da Federação naquele momento foi grande, onde novos conflitos, medos e preconceitos foram novamente resgatados, foi como um retrocesso em muitas tentativas pessoais de passarem por cima das antigas diferenças, o que provocou uma debilitação política e social dentro das lideranças e estrutura comercial de todos os povos, fortalecendo, no entanto as delegações Draconianas, que em parte não tinham acreditado nessa unificação. Quando me refiro aos Draconianos, estou generalizando, mas devemos ter em mente que nem todos estavam engajados nesse processo de alta dualidade e disputa pelo poder, como os descendentes de Satã e Toalk, existem até hoje diversos grupos dracos que são ligados à Federação e Confederação, que optaram por uma evolução cristica e harmônica, seres que consideram seus parentes, infantis e medrosos em não querer aceitar a evolução natural para as esferas mais sutis, onde o poder material acaba se tornando insignificante e sem sentido real para aqueles que atingem uma oitava superior de luz e de compreensão. Dentro do processo que se seguiu ao fracasso do projeto Terra e de unificação dos colonizadores e exilados estelares, a Terra sofreu inúmeras interferências e guerrilhas desses grupos, o que ficou configurado em nossa memória genética e esta presente em nossas lendas mais antigas, como pode ser encontrado nos registros dos Vedas, Assírios, Egípcios, Atlantes, Quíchuas, Aimaras, Incas, Maias, Toltecas, Olmecas, Gonos, Aborigenes, Kahunas, Tribos indígenas americanas, lendas asiáticas, Lendas Tibetanas e de tantas outras culturas antigas, lendas que inclusive saem em algumas partes da bíblia e de ouras escrituras antigas ligadas a esses tempos remotos da Terra, que são anteriores a destruição da Atlântida e alguns antes da Lemuria ter submergido no pacifico. Outras dessas lendas, falam das cidades existentes na Antártida e no que restou da Irlanda e Finlândia, depois das mudanças geológicas dos últimos 30 mil anos.

Devemos ter consciência que o que sabemos da Terra é muito pouco, quase nada, há poucos meses, foram encontradas no mar mediterrâneo e no mar vermelho antigas construções perdidas, com pirâmides e registros de civilizações equivalentes ao Egito, o que era uma lenda, tornou-se real, confirmando as lendas sobre cidades que foram submersas em cataclismos de proporções globais ou locais. Por acaso a cidade de Pompéia não é real e faz parte da cultura Italiana recente, por que as mais antigas não podem ser reais, só por que não temos registros fotográficos e escritos precisos? Os relatos existentes, por exemplo, da descoberta de cidades subterrâneas na Antártida próximo as linhas do pólo geográfico e magnético, que são distintos, descrevem cidades e lugares com ampla natureza, informações que foram ridicularizadas e misteriosamente encerrados pelos governos e autoridades maiores, isso quando os agentes da CIA e de outras linhas ligadas a ONU que fazem parte do acordo mundial de sigilo sobre tais assuntos, não pressiona os governos de cada pais a se calarem e ficarem fazendo campanha de ridicularização sobre temas que não são convenientes serem abordados. É o caso das famosas Pirâmides Brasileiras em território amazonense, próximo a localidade do Pico da Neblina e Pico Roraima, que foram fotografadas, e algumas expedições envidas, mas nenhuma informação foi jamais revelada e um sigilo imenso sobre o assunto existe até o momento. Por esse motivo a busca mais uma vez esta confirmada que é dentro de cada um de nós, pois no externo encontraremos muitas barreiras, que podem nos fazer cair em armadilhas ou contatar as pessoas equivocadas, que trabalham para as agencias governamentais e procuram desequilibrar os grupos e propostas verdadeiras de contato ou crescimento espiritual, que é o que não interessa aos grupos que lideram a humanidade, pois querem a massificação consciêncial e moral da humanidade, para manter nosso padrão sensorial e mental rebaixado, bloqueando assim o nosso acesso a oitavas de luz maiores e barrando o crescimento e liberdade humana.
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